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Polícia

Conheça os significados das tatuagens no mundo do crime

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Foto: Reprodução / Facebook

Acompanhado por quase 14 mil fãs no face book, o capitão da Polícia Militar baiana, Alden dos Santos, divulga diariamente o significado de tatuagens ligadas ao mundo do crime. Recentemente o capitão, junto com sua equipe, elaboraram uma cartilha.

Em entrevista ao site brasileiro da emissora inglesa BBC, o capitão falou sobre a elaboração do material que tem como objetivo ajudar outros policiais no combate à criminalidade. “Foram detalhados os significados de 36 imagens associadas a crimes específicos”, diz o capitão. “Muitas delas, além de se repetirem em todo o país, aparecem nos mesmos padrões em países como Estados Unidos, Rússia e locais na Europa.”

Tatuagens com o demônio da Tazmania sugeririam envolvimento com furto ou roubo, principalmente arrastões.

Foto: Reprodução / Facebook

Já figuras do ‘papa-léguas’ ou ‘ligeirinho’ indicam uso de motocicletas para distribuição de drogas.

Foto: Reprodução / Facebook

Há ainda as mais conhecidas, as tatuagens de palhaço que segundo o capitão costumam ser associadas a roubo e morte de policiais.

Foto: Reprodução / Facebook

Tatuagens de aranhas indicam suspeitos que agem em grupo. Eles estariam associados a caçadores que ‘esperam pacientemente pelas presas, as prendem e as matam’.

Foto: Reprodução / Facebook

Já as imagens de sacis indicariam responsáveis pelo preparo e distribuição dos entorpecentes.

Foto: Reprodução / Facebook

Imagens de magos são associadas a usuários ou traficantes de drogas.

Foto: Reprodução / Facebook

Ainda segundo o capitão ao site da BBC, “Por incrível que pareça, em vez de os suspeitos deixarem de usar a imagem que os associa à prática de determinado crime, o que percebemos é a lógica inversa: quanto mais se tem consciência de que a polícia conhece, mas frequentes são as imagens, como uma espécie de desafio.” disse.

Diretor, editor chefe e jornalista do PIRANOT. Começou a trabalhar em 2007, aos 14 anos, quando lançou seu primeiro blog na internet. Em 2011, criou o PIRANOT e fez parte, por três anos, de um programa da extinta TV Beira Rio. Iniciou a graduação em jornalismo na Faculdade Isca, de Limeira, e, posteriormente, transferiu-se para a UNIMEP. Cursou assessoria de imprensa pelo SENAC e fez estágio na área na Câmara de Vereadores de Piracicaba. Até hoje teve passagens por duas rádios de Piracicaba.