O que se sabe até agora sobre o acidente que matou mulher na “rodovia da morte” em Piracicaba

A Polícia Civil de Piracicaba (SP) vai investigar como ocorreu o acidente que matou uma mulher na noite de ontem (30), na Rodovia Geraldo de Barros (apelidada de rodovia da morte), que liga a cidade a São Pedro (SP).

Segundo apuramos no local dos fatos, a suspeita principal dos investigadores, até esta publicação às 03h30 da manhã desta sexta-feira (01), é de que o próprio ônibus que a vítima desembarcou tenha a atropelado, porém isso ainda está em fase de investigação.

Fontes ouvidas pelo PIRANOT dizem que o motorista poderia não ter notado o acidente, dado a vítima ter baixa estatura, porém reforçamos que está era a primeira linha de investigação e aguardamos a divulgação de novos dados pela delegacia ao longo do dia.

Perigo diário

A vítima, assim como muitos moradores do bairro Algodoal, para economizar tempo na ida ou volta do trabalho, desembarcam em um ponto de ônibus que tinha como finalidade no passado atender as empresas que ficam do lado Industrial da rodovia, como a antiga Santin, que hoje se encontra desativada. Contudo, o ponto continua ativo e acidentes acontecem com frequência, uma vez que os passageiros precisam atravessar a rodovia.

O PIRANOT, desde 2016, recebe pedidos dos moradores do Algodoal para a instalação de uma passarela no local e já fez ao menos três reportagens sobre o tema neste período, porém poucas melhorias ocorreram de lá para cá.

A Prefeitura, independente de governo, alega que a rodovia é de responsabilidade do Estado. O Estado agora diz que é da concessionária e ela, até onde sabemos, não tem um projeto para apresentar para a o Governo do Estado.

Fotos

Foto: Wagner Romano / PIRANOT
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Foto: Facebook
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