Pais pedem ajuda para salvar vida de filha recém-nascida internada em Piracicaba

Pais pedem ajuda para salvar vida de filha recém-nascida internada em Piracicaba

Cardiopata congênita, a bebê precisa de uma cirurgia de urgência para corrigir o problema e aguarda vaga pelo Estado

Thainá Fernanda e Daniel Cardoso da Silva, pais da recém-nascida Heloísa, que está internada na UTI Neonatal da Santa Casa de Piracicaba desde seu nascimento, em fevereiro deste ano, pedem desesperadamente por ajuda para salvar a filha que nasceu com uma má formação no coração.

Foto: Reprodução

Segundo Daniel, a recém-nascida é cardiopatia congênita e precisa de uma cirurgia de urgência, porém em Piracicaba não há hospital especializado que possa realizar o procedimento e eles seguem aguardando uma vaga pelo Estado.

“O canal arterial dela estava aberto, agora deu uma fechada e, se fechar tudo, ela entra em óbito os médicos dizem. Ela toma uma medicação que chama “Prostin” para manter esse canal arterial aberto, só que o remédio não está fazendo tanto efeito assim”, contou o pai de Heloísa.

O único jeito de salvar a vida da bebê é a cirurgia, realizada por um cirurgião cardiologista pediátrico. Heloísa está na fila de espera da cirurgia por meio da Cross (Central de Regulação de Ofertas e Serviços de Saúde), que é a primeira central online de regulação de vagas do SUS no Brasil. Administrada pela OS Seconci, a Cross é o ponto de contato de todos os hospitais e serviços de saúde que atendem pelo SUS no Estado.

A Cross monitora a disponibilidade e agiliza a transferência de pacientes com quadros graves que precisam ser internados em leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) ou realizar procedimentos complexos, como cirurgias cardíacas e neurológicas.

Em contato com a Santa Casa de Piracicaba, a assessoria de imprensa do hospital informou que oferece toda assistência necessária à paciente até que ela possa passar pela cirurgia e que a família tem recebido o devido amparo assistencial.

A Secretaria Municipal de Saúde informou que está ciente do caso, mas a liberação da vaga depende do Estado.

Até o momento da publicação desta reportagem, a Croos ainda não tinha retornado o contato.

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