"Que permaneça preso", pede irmã de comerciante morto em Piracicaba (SP)

“Que permaneça preso”, pede irmã de comerciante morto em Piracicaba (SP)

A irmã do comerciante Carlos Alberto Camargo, de 47 anos, morto no último domingo (20), em Piracicaba (SP), usou as redes sociais do PIRANOT para pedir justiça ao irmão. O assassino, um churrasqueiro de 35 anos, continua preso e teve a prisão alterada de temporária para preventiva.

Foto: Divulgação

Segundo a irmã, que já havia falado com o PIRANOT no dia do homicídio, a justiça precisa ser feita. “Carlinhos seguirá sendo nossa luz, o rei do Rio Piracicaba. Nosso anjo da guarda. Que o assassino permaneça preso”, finalizou Roberta Camargo.

O funcionário tentou criar uma suposta versão para justificar o crime. Em coletiva no dia do homicídio, a Polícia Militar revelou detalhes da alegação. Uma advogada ouvida pelo PIRANOT considerou a declaração do autor uma tentativa de justificar o crime. “Ao fazer a acusação, ele pode alegar que agiu sob forte emoção, sem pensar, e ter a pena reduzida”, disse ela que não quis se identificar.

Carlos Camargo era dono do restaurante Dourados, no bairro Nova Piracicaba. Sempre foi amado e querido pelos clientes. Ele também era muito conhecido pelos passeios de jet ski nas altas do Rio Piracicaba.

Fontes do PIRANOT ligadas ao comércio de Piracicaba repudiaram a acusação do assassino contra a vítima. “Ele nunca fez a referida viagem. É um absurdo”, alegou.

Embora o assassino alegar estar em surto-psicótico, o que também pode ajudar na abreviação de uma possível pena de condenação, até mesmo no relaxamento da prisão ou troca para um presídio melhor, a acusação feita pode ser investigada. Detalhes da investigação não foram revelados.

O caso

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