Quem é Vinicius do Grupo Pipoca do BBB22? Conheça mais e veja o Instagram

Quem é Vinicius do Grupo Pipoca do BBB22? Conheça mais e veja o Instagram

Participante do grupo Pipoca do ‘Big Brother Brasil’, o Bacharel em Direito, de 23 anos, não tem medo do cancelamento: ‘Já tomei muita pancada da vida e sobrevivi’

“Tudo o que é ruim de passar é bom de contar”. A frase de Ariano Suassuna é como se fosse um mantra de Vinicius do BBB22. Natural de Crato, no Ceará, o participante do Grupo Pipoca do BBB22 sempre buscou refúgio no humor para encarar a dura vida no Cariri.

“Aprendi cedo que rir era o melhor remédio e contar história é de graça. Pelo menos, até agora, né?”, brinca.

 E foi contando ‘causos’ diante do celular que sua vida mudou de rota.

“Gravei um vídeo reclamando da falta de água aqui na região e ele acabou sendo compartilhado pelo Tirulipa”, lembra,

De repente, ele se viu com 40 mil seguidores no Instagram e uma nova carreira: ‘influencer de baixa renda’.

“Mostro a realidade das coisas que acontecem na vida, não mostro luxo, viagem e riqueza. As pessoas se identificaram com isso, gostaram e fui trilhar esse caminho. No começo, deu para fechar umas parcerias. Mas depois rareou”.

Concurseiro e influencer 

Formado em Direito, e ciente dos altos e baixos de quem vive da internet, Vinicius estava focado em passar para um concurso público quando decidiu apostar suas fichas no BBB.

“Esses três meses vão ser uma vida. A vida que eu espero há muito tempo para viver. E eu vou aproveitar tudo, cada minuto”.

Ao saber que havia sido selecionado, chorou abraçado com a avó, a quem chama de mainha, o pai e duas tias. “Estou úmido”, divertiu-se. Foi mainha, aliás, quem arrumou sua mala para entrar no reality: das roupas bem passadas até o brilho para os lábios, foi ela quem lembrou de cada item que ele iria precisar longe de casa.

“Ela que me criou. Desde pequeno, a gente divide a mesma cama. Depois que meu avô faleceu, eu me tornei responsável por ela. Não tem nada maior do que esse amor. Vou sentir muita falta”, afirma.

A dor do preconceito

Foi nela, inclusive, que Vinicius encontrou apoio quando se assumiu homossexual. “Desde criança, eu já sabia que era diferente. Enquanto os meninos iam jogar bola, eu ficava em casa vendo Xuxa. Nunca tive desejo ou vontade de beijar uma menina”.

Desde cedo, teve que lidar com a dor causada pelo preconceito. “Já sofri muito ataque por ser afeminado: físico e verbal. Na rua sempre ouvi comentários pejorativos. É o tipo de coisa que nunca cessa”, lamenta.

Aquariano, afirma que se apaixona muito fácil, mas ressalta que desapaixona na mesma velocidade. Quando questionado se está solteiro, ele não pensa duas vezes antes de responder:

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