Piracicaba (SP): confira o horário especial de final de ano do comércio

Piracicaba (SP): confira o horário especial de final de ano do comércio

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O Sincomércio Piracicaba (Sindicato do Comércio Varejista) informa que conforme a decisão de hoje (11) do governo do estado de São Paulo, que prevê que o comércio pode funcionar por 12 horas seguidas, o horário das lojas do centro e corredores neste final de ano será das 9h às 21h. “O Sincomércio e o Sincomerciários (Sindicato dos Empregados do Comércio) assinaram hoje um aditamento da convecção coletiva atual, autorizando o horário estendido”, esclarece o presidente do Sincomércio Piracicaba, Itacir Nozella.

O funcionamento em dezembro, passa a vigorar hoje (12), da seguinte forma:

  • De segunda a sexta-feira: das 9h às 21h;
  • Sábados (12 e 19 de dezembro): das 9h às 18h;
  • Domingos (13 e 20 de dezembro): das 9h às 17h;
  • Dia 24 de dezembro (quinta-feira): das 9h às 18h;
  • Dia 25 de dezembro, 1º e 02 de janeiro: fechado;
  • Dia 31 de dezembro: das 9h às 13h.

Horário do Shopping Piracicaba

  • De segunda à sábado das 10h às 22h;
  • Domingos (13 e 20 de dezembro): das 10h às 22h;
  • Dia 24 de dezembro (quinta-feira): das 9h às 18h;
  • Dia 31 de Dezembro: das 10h às 16h.

Segundo Nozella, os estabelecimentos precisam disponibilizar álcool em gel, permitir somente a entrada de pessoas com máscara e limitar a entrada a 40% da capacidade do local.

Vendas

Mesmo em um ano marcado por incertezas na economia, o mês mais importante do comércio deve registrar crescimento de apenas 1% nas vendas em relação a 2019, estima a Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista (PCCV) da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) – já levando em conta a volta à fase amarela do Plano São Paulo, anunciada pelo governo estadual na última segunda-feira (30).

Apesar de positivo, este crescimento poderia ser muito maior (cerca de 10%) se a injeção do décimo terceiro salário na economia, em 2020, seguisse os mesmos padrões de 2019 e, além disso, se o auxílio emergencial do governo federal tivesse mantido seu valor integral de R$ 600 até dezembro.

Enquanto, em 2019, as famílias paulistas gastaram R$ 15,3 bilhões, do valor do décimo terceiro recebido, no consumo nesta época do ano, a previsão agora é que este montante seja de R$ 10,3 bilhões – ou seja, R$ 4,9 bilhões a menos na economia, o que significa uma redução expressiva de 32,4%.

O dado mais surpreendente é que o resultado do comércio paulista deve ser encabeçado por duas atividades que normalmente não estão ligadas às compras de Natal: as lojas de materiais de construção – que devem vender 43% a mais neste dezembro do que no mesmo mês do ano passado – e as de autopeças e acessórios para veículos (25%).

Em um momento de atenção por causa do aumento de casos de covid-19, em que as festas de fim de ano tendem a acontecer com maiores restrições, os supermercados também vão faturar mais: 15%, resultado que consolida um ano aquecido por causa da quarentena. A porcentagem é a mesma para lojas de móveis e decoração, também impactadas pelo isolamento social.

Entre os destaques negativos, estão as lojas de roupas e calçados, que vão vender 37% a menos do que em dezembro de 2019, e as concessionárias de veículos, cuja previsão é de queda de 14%.

A melhora em 1% nas vendas se deve também ao fato de que os preços de produtos geralmente demandados para presentes de Natal cairão 2,48% em 2020. Enquanto itens como computadores (19,7%), joias (17,01%) e televisores (11,36%) estão significativamente mais caros, os artigos de vestuário estão 6,81% mais baratos, mesma situação dos brinquedos (-8,14%).

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