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Rua na área central de Piracicaba é interditada para protesto de manifestantes

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Rafael Fioravanti

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O cruzamento da Rua XV de Novembro com a Bernardino de Campos, no bairro Alto, em Piracicaba, acaba de ser interditado para uma manifestação.

De acordo com informações apuradas pelo Jornal PIRANOT, os manifestantes são da cidade de Itu. Eles invadiram um terreno na cidade, cujo o proprietário é dono de uma empresa situada aqui em Piracicaba, no cruzamento da Rua XV de Novembro com a Bernardino de Campos. Os manifestantes fizeram um acordo com parte dos proprietários dessa empresa, porém o dono ainda não aceitou o acordo, o que serviu para alimentar ainda mais a manifestação.

A Guarda Civil Municipal (GCM) e a Polícia Militar, representada por Henrique (3º sargento) e Luciana (tenente), disseram que ficarão na manifestação até o final, garantindo a integridade física de todos os presentes e, acima de tudo, da ordem pública da cidade. A Semuttran (Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes) também comentou que a Rua Bernardino de Campos seguirá interditada até o fim da manifestação.

De acordo com Clayton, organizador da manifestação e coordenador estadual da MTST, houve o convite para que eles participassem dessa manifestação em Itu por conta de um terreno ocupado próximo ao antigo cemitério na Vila da Paz. “A BSC Imobiliária, junto da Residencial Imóveis, se organizaram para fazer uma reintegração de posse. O terreno de fato é dessas empresas, porém vale dizer que essas famílias estão alojadas lá já há mais de dez anos. Eles simplesmente pagaram R$ 494 mil para que os governantes cumpram a reintegração de posse e coloque essas pessoas sabe Deus aonde”, comentou Clayton ao Jornal PIRANOT.

Ainda segundo Clayton, o terreno possui várias irregularidades. “Esse terreno, por exemplo, tem pouco mais de meio milhão em dívidas. A gente acha um absurdo eles terem essa dívida sendo que acabaram de pagar R$ 494 mil para que essas pessoas fossem colocadas nas ruas. Então, saímos hoje de Itu e viemos aqui para Piracicaba para apresentar duas propostas de negociação”.

Uma dessas propostas consiste na prorrogativa de tempo para que essa reintegração de posse não ocorra agora no dia 19 de julho. O tempo solicitado pelos manifestantes é de seis meses, para que haja tempo de realocar todas essas famílias.

Segundo o organizador, a manifestação continuará durante todo o dia, e, se precisar, durante toda a noite e madrugada.

Fotos

Foto: Wagner Romano/PIRANOT

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Foto: Wagner Romano/PIRANOT

Foto: Wagner Romano/PIRANOT

Foto: Wagner Romano/PIRANOT

Foto: Wagner Romano/PIRANOT

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Rafael é formado em jornalismo pela Universidade Mackenzie, em São Paulo. Possui experiência em redações e editoras literárias. Integra a equipe do jornal PIRANOT desde dezembro de 2017.

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