Liminar obriga coletores de lixo a manter pelo menos 70% do serviço ativo em Piracicaba

Liminar obriga coletores de lixo a manter pelo menos 70% do serviço ativo em Piracicaba

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Foto: Junior Cardoso
Foto: Junior Cardoso / PIRANOT

Um grupo de trabalhadores da Piracicaba Ambiental se reuniu na manhã desta segunda-feira (12), com a Prefeitura de Piracicaba para falar sobre a paralisação que parte da categoria está fazendo desde a última quinta-feira. O motivo não foi revelado.

Em nota, o Poder Executivo disse que o responsável pela coleta de resíduos no município apresentou uma liminar junto ao TRT (Tribunal Regional do Trabalho), que determina que 70% dos trabalhadores do Siemaco (Sindicato dos Empregados em Empresas de Asseio e Conservação e Trabalhadores na Limpeza Urbana e Áreas Verdes de Piracicaba e Região (Siemaco) e Sifrucap (Sindicato dos Condutores de Veículos Rodoviários Fretes, Usinas e Transportes de Cargas Secas e Molhadas em Geral de Piracicaba) retornem imediatamente às atividades de coleta, varrição e transporte de lixo. “Caso haja descumprimento da liminar, a multa diária, por sindicato, será de R$ 30 mil. A Prefeitura também já acionou a Ares-PCJ, que gerencia o contrato do lixo”, disse.

Os trabalhadores que foram até a Prefeitura tiveram uma reunião com o secretário municipal de Defesa do Meio Ambiente (Sedema), José Otávio Menten, o procurador-geral do município, Milton Bissoli, e o diretor do Departamento de Controle Ambiental da Sedema, Carlos Ambrosano. Na ocasião uma solicitação foi feita por eles para que a Piracicaba Ambiental apresente as guias de fornecimento de equipamento de proteção individual (EPIs) aos coletores.

Com a paralisação, cerca de seis bairros da área central de Piracicaba estão sem coleta de lixo.

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