Piracicaba recebe seis médicos cubanos para atendimento nas USFs

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A Secretaria de Saúde recebeu nesta manhã (23), um grupo de seis médicos cubanos que vão trabalhar na rede municipal de saúde, dentro do Programa Mais Médicos (PMM), do Ministério da Saúde (MS). Eles estavam em treinamento em Brasília desde o dia 3 de junho, com professores de medicina contratados pelo MS, para se inteirarem do funcionamento do Sistema Único de Saúde (SUS) e da dinâmica da Atenção Básica e das Unidades de Saúde da Família (USF), onde vão desenvolver suas atividades. Ficou definido pelo MS que Piracicaba receberá outros cinco intercambistas até o final de junho.

Os médicos cubanos vão atuar nas seguintes USFs: Yaimara Samon Cardoza, Chapadão II – Sol Nascente, Odelsa Maria Chamizo Mendoza, Jardim das Flores, Yanelis Moreno Vazquez, Eldorado II, Maikel Ramon Rodriguez Olivera, Jardim Oriente, Jorge Luis Morales Gomez, Saúde em Campo e Jakeline Artiles Yanes, Anhumas.

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Entusiasmados com o momento, os cubanos foram recebidos em uma café da manhã pela equipe de coordenação da Atenção Básica. “Acreditamos que a chegada desses cooperados vai fortalecer o nosso atendimento na Atenção Básica. Tivemos um período mais tenso na rede devido ao fim do contrato de alguns intercambistas, que tiveram que voltar para Cuba. Com isso, algumas USFs ficaram sem médicos exclusivos. Mas a população compreendeu o nosso esforço e nos apoiou, na certeza de que em breve a situação voltaria à normalidade, como deve ocorrer daqui para a frente”, explicou dra. Anay Ferrer, coordenadora médica da Atenção Básica.

Dr. Luis Fernando Barbosa, que compõe com dra. Anay a coordenação da Atenção Básica, disse que a chegada dos cubanos é uma conquista do município. “E isso se deve ao esforço do secretário de Saúde, dr. Pedro Mello, que esteve em Brasília para tratar, dentre outras questões, do envio de médico para Piracicaba pelo Programa Mais Médicos. Na sequência, tanto ele como o prefeito Barjas Negri receberam em Piracicaba o secretário de Gestão do Trabalho e da Educação da Saúde (SGTES), Rogério Luiz Zeraik Abdalla, que nos garantiu a reposição dos cubanos”.

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Dr. Pedro Mello disse que “Abdalla cumpriu com sua palavra ao nos enviar médicos cubanos antes do encerramento do contrato de mais um grupo, que voltará para Cuba até o final deste mês, o que nos colocaria em situação bem delicada. Isso nos deixa mais seguro sobre o olhar do Ministério da Saúde para Piracicaba e com perspectiva positiva sobre outras questões que precisam ser resolvidas em Brasília, como o caso do aumento de teto para a cidade, ampliando assim os recursos financeiros do município para a Saúde”.

O secretário de Saúde enfatizou também o empenho do vereador do PMDB, Gilmar Rotta para aproximar o governo municipal do secretário do SGTES, ligado ao seu partido. “Foi ele que conseguiu trazer Abdalla para conhecer a realidade do município e conversar pessoalmente com o prefeito Barjas Negri. O que ampliou muito a possibilidade de recebermos os médicos cubanos. Por isso, é fundamental esse registro, destacando seu brilhante trabalho”, concluiu.

Por | 23/06/2017|

Secretaria da Saúde de Piracicaba orienta sobre febre maculosa

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No período considerado de seca, que se estende até setembro, a tendência é aumentar a proliferação de carrapato nas áreas verdes e margens de rios, córregos e lagoas. Em Piracicaba, temos um fator adicional, que é o Rio Piracicaba e as colônias de capivaras que vivem nas matas ciliares, animais hospedeiros dos transmissores da febre maculosa: o carrapato estrela. Esses roedores, portanto, ampliam a possibilidade de transmissão da doença por transitarem de um local para outro em busca de alimento. Por isso, a Secretaria de Saúde alerta sobre o risco de contaminação pelo carrapato-estrela para quem costuma visitar essas áreas endêmicas.

“É preciso muito cuidado quando se faz um piquenique com a família em áreas verdes, por exemplo, ou, ainda mais, quando se vai pescar, porque as pessoas ficam expostas ao carrapato”, enfatiza Eliane Carvalho, médica veterinária e coordenadora do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ). A orientação da profissional técnica não é de alarme, mas de alerta, para que se evite a permanência principalmente às margens dos mananciais, porque não são seguras.

Em caso de exposição ao carrapato, é fundamental que, logo em seguida, os pais observem se não há nenhum no corpo das crianças e no próprio corpo. Caso seja encontrado, deve ser retirado imediatamente, antes que ele se fixe, tenha contato com a corrente sanguínea e transmita a bactéria causadora da febre maculosa, caso esteja contaminado. Se isso acontecer, os sintomas podem demorar de dois a 14 dias para aparecer.

“É importante saber que o famoso micuim também é o carrapato na fase jovem e também transmite a doença se estiver contaminado”, enfatizou a veterinária. “Muitas vezes as pessoas relatam que foram em áreas verdes e pegaram apenas micuim. Na verdade, pegaram carrapato. É preciso ter essa consciência para que se tenha um diagnóstico seguro em caso de suspeita da doença”, detalha.

A técnica explica ainda que além das capivaras, os cavalos também são hospedeiros do carrapato estrela, o que não acontece com os cães. No entanto, eles também apresentam riscos. “Os cães não são hospedeiros e não são agentes naturais no processo de transmissão da febre maculosa. Mas ocasionalmente podem transportar o carrapato contaminado para o local onde vivem, se eles tiverem acesso a áreas de infestação. Com isso, as pessoas que convivem com esses animais domésticos estarão indiretamente expostas ao carrapato”, detalhou Eliane. “Daí a importância de mantê-los sempre limpos”.

Sobre a doença

A Vigilância Epidemiológica realiza anualmente treinamentos para que os médicos de todas as unidades de saúde da rede pública fiquem atentos ao diagnóstico da febre maculosa. Porque eles precisam questionar seus pacientes sobre hábitos durante o consulta, buscando informações que possam levar à suspeita de febre maculosa. Se eles foram em algum lugar de risco, se percebeu algum carrapato no corpo depois do passeio etc. Porque se essas informações forem positivas, o médico precisa entrar imediatamente com os medicamentos para febre maculosa, mesmo antes de ter a certeza do diagnóstico. Somente a seguir será encaminhado o exame para análise específica em laboratório. Este procedimento respeita protocolo estabelecido pelo Ministério da Saúde (MS).

Mortes

Este ano, em janeiro, uma idosa foi vítima fatal da febre maculosa. Por ela gostar de andar sem destino definido, não se confirmou o local onde contraiu a doença. Em fevereiro houve a confirmação de um segundo caso, cujo contágio ocorreu nas imediações da lagoa do bairro Santa Rita. A sorte é que o diagnóstico foi feito em tempo e o paciente sobreviveu. Em março, no mesmo local (Lagoa do Santa Rita), houve uma terceira vítima, desta vez com óbito. Em abril, houve mais um caso, com final feliz, envolvendo uma pessoa do bairro Nova Piracicaba. Tratava-se de um pescador que também soube falar para o médico sobre seu lazer.

Estatística

Em 2015 foram registrados quatro casos de febre maculosa no município, sendo que três evoluíram para óbito e um para cura. No ano passado, ocorreram mais quatro casos, tendo dois evoluídos para óbito e dois para cura. Eliane afirma que, apesar de Piracicaba ser uma cidade endêmica para a febre maculada, é possível conviver com as capivaras, mantendo-se o devido distanciamento dos mananciais e cuidados básicos; visitando apenas parques e áreas destinadas ao lazer público, mas sempre muito atento ao carrapato-estrela.

Transmissão

Para haver transmissão da doença, o carrapato infectado precisa ficar pelo menos quatro horas fixado na pele das pessoas. Os mais jovens e de menor tamanho são vetores mais perigosos, porque são mais difíceis de serem vistos. Não existe transmissão da doença de uma pessoa para outra.

Sintomas

Os primeiros sintomas aparecem de dois a quatorze dias depois da picada. Na imensa maioria dos casos, sete dias depois. A doença começa abruptamente com um conjunto de sintomas semelhantes aos de outras infecções:

1. febre alta,

2. dor no corpo,

3. dor da cabeça,

4. inapetência,

5. desânimo.

6. Depois, aparecem pequenas manchas avermelhadas, as máculas, que crescem e tornam-se salientes, constituindo as maculopápulas.

Diagnóstico precoce é importante para dar início ao tratamento porque a taxa de letalidade da doença é elevada. Casos de febre maculosa brasileira são de notificação compulsória ao serviço de vigilância epidemiológica. Não existe vacina contra a febre maculosa brasileira.

Tratamento

A febre maculosa brasileira tem cura desde que o tratamento com antibióticos (tetraciclina e clorafenicol) seja introduzido nos primeiros dois ou três dias. Atraso no diagnóstico e, consequentemente, no início do tratamento pode provocar complicações graves, como o comprometimento do sistema nervoso central, dos rins e pulmões, das lesões vasculares e levar ao óbito.

Por | 09/06/2017|

Plenária discute melhoria do sistema de vigilância em saúde em Piracicaba

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Durante o período da tarde desta terça-feira (06), técnicos do Centro de Vigilância em Saúde (Cevisa), do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) e da Atenção Básica (AB) se reuniram, no anfiteatro do Cevisa, em plenária para discutir a “Vigilância em saúde: direito, conquistas e defesa de um SUS público de qualidade”.

Esta é a fase municipal das discussões, cujo resultado será levado à plenária regional, prevista para o dia 22 de junho, depois estadual, em setembro, e nacional, em novembro. O resultado final, depois de todas essas etapas, será a base para a formulação da política nacional de vigilância em saúde.

O objetivo central do encontro foi aprofundar as discussões a fim de melhorar as estratégias de prevenção a partir da identificação dos problemas, planejamento, intervenção e regulação das ações intersetoriais, bem como aprimorar a comunicação e monitoramento de riscos, doenças e agravos à população.

De acordo com o secretário de Saúde, dr. Pedro Mello, o Cevisa, em Piracicaba, está em condição privilegiada de trabalho, com os diversos setores (Cedic, VISA, Vigilância Epidemiológica e Cerest) reunidos em um mesmo prédio. “Isso facilita na formulação de metas e estratégias de ação em vigilância, com a finalidade de ampliar a eficiência do setor e evitar que as pessoas adoeçam”, disse.

Ele destacou o momento delicado em que o país se encontra, com retração da economia e desemprego, o que amplia a responsabilidade dos gestores municipais, uma vez que a cidade tem sido pressionada por demandas regionais e não apenas locais. “Mesmo assim, temos mantido o equilíbrio. No entanto, para reduzirmos a pressão sobre a rede local de saúde, aguardamos o funcionamento do hospital regional”, disse.

Gláucia Elisa Cruz Perecin, diretora técnica de vigilância em saúde, da Diretoria Regional de Saúde (DRS-X), foi a palestrante que apresentou o cenário da vigilância em saúde regional e como ela está posicionada na estrutura de saúde pública do pais, com suas interfaces no estado e na federação. Tratou também das leis que regulamentam e dão as diretrizes para o seu funcionamento junto ao Sistema Único de Saúde (SUS).

A palestrante enfatizou a importância da manutenção dos bancos de dados, que subsidiam as análises e as estratégias, a partir da especificação de cada região, orientando ações mais adequadas a cada uma delas, tanto no plano pessoal, do atendimento ao indivíduo, como das doenças e dos riscos que elas apresentam. “É preciso conhecer a fundo cada realidade para saber a melhor forma de enfrentar seus problemas. E isso só é possível com informações seguras”.

Nesse sentido, destacou a importância das notificações corretas de tudo o que acontece no município. Segundo Gláucia, a riqueza dos bancos de dados, com todas as notificações exigidas, e sua eficiência, ou seja, sua capacidade de refletir a realidade e permitir ações preventivas de qualidade, serve também de parâmetro para o governo federal liberar recursos que vão permitir a melhoria do trabalho da rede de vigilância em saúde e, consequentemente, a melhoria do atendimento à população. Ou seja, a interface entre as instâncias federativas e a qualidade das informações compartilhadas fortalecem o trabalho em rede.

Depois da palestra, os presentes foram divididos em grupos temáticos para iniciarem as discussões sobre a realidade de cada setor e propostas de melhoria.

Por | 07/06/2017|

Clientes relatam cancelamentos de consultas e exames com o fim da Amhpla e HFC Saúde

Foto: Junior Cardoso / PIRANOT

Os clientes da Amhpla e do HFC Saúde passaram a ser, conforme informamos ontem (01), clientes da São Francisco Saúde, um novo plano que chega a cidade, porém a mudança repentina e sem aviso causou alguns transtornos. Há relatos de cancelamentos de consultas e exames.

A leitora Ceia Milla conta como foi sua primeira experiência. “Fui fazer exames e não pude porque não existia mais. Me mandaram nesse São Francisco e chegando lá estava muito cheio e os funcionários todos desorientados. Acho uma falta de respeito com os clientes”, disse.

Juliana Carcanholo também teve problema. “Fui marcar um procedimento e foi negado, pois o consultório ainda não sabia como ficaria”, contou.

A geração de guias parece ser o procedimento mais complicado hoje. “Fui emitir uma guia para consulta, mas voltei sem ser atendido. Na minha opinião agiram de má fé”, desabafou Josias Marques da Silva.

Diante das dificuldades, gera-se um clima de insegurança. “Estou com cirurgia marcada para semana que vem e com risco agora de não poder operar. Bonito isso!”, falou Betão Choairy.

Em nota, a São Francisco Saúde disse ontem ao PIRANOT que obteve da ANS (gência Nacional de Saúde Suplementar) autorização no último dia 30 para assumir os clientes da Amhpla e da HFC Saúde e que desde então vem se preparando para atender aos novos clientes que passam agora a ter cobertura em cinco estados do país.

Ainda de acordo com a São Francisco, não houve tempo para a comunicação sobre a compra da cartela de clientes das empresas piracicabanas e que uma carta de boas vindas será enviada avisando a troca.

A São Francisco garante que vai manter os planos de saúde conforme o contratado. Em caso de dúvidas, os usuários poderão entrar em contato por meio do telefone 0800 183 456 ou diretamente na unidade administrativa do Grupo São Francisco, localizada na Avenida barão de Valença, 1044, Vila Rezende.

Por | 02/06/2017|

Sem avisar clientes, Amhpla e HFC Saúde deixam de existir em Piracicaba

Foto: Divulgação

**Editada em 20 de junho de 2017

De surpresa clientes da Amhpla e da HFC (Hospital dos Fornecedores de Cana) Saúde descobriram nesta quinta-feira (01), que o plano que eles tinham não existia mais e que passariam a ser atendidos pelo Grupo São Francisco, de Ribeirão Preto (SP).

Uma das clientes encontrou dificuldades nesta manhã quando foi tirar uma guia para exame. “Cheguei na Amhpla e fui avisada que não existia mais. Me mandaram para um outro lugar e, desorientados, os funcionários não conseguiram me ajudar”, contou a comerciante Elizabeth Chiquito.

De acordo com uma nota enviada ao PIRANOT no final da tarde, o processo de transição para a São Francisco Saúde, plano de saúde da holding, iniciou-se no dia 30 de maio, data em que a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) autorizou a transferência e liberou a comunicação da mudança aos clientes, o que ainda não foi feita. “Desde então, uma série de medidas vem sendo adotadas para a manutenção do atendimento aos clientes da região. A primeira delas foi o direcionamento de uma equipe para a cidade. Os profissionais estão responsáveis por orientar os clientes durante o processo. Além disso, as empresas clientes já estão sendo visitadas para o esclarecimento de eventuais dúvidas.”, disse.

Até o fechamento desta notícia, o site e as redes sociais da Amhpla e do HFC Saúde não traziam nenhuma informação sobre a mudança. Os telefones deles também não atendiam. No dia 20, porém, o HFC desmentiu parte da informação passada pelo Grupo São Francisco. Leia no final da página.

O NOVO PLANO – Ainda de acordo com a nota, a São Francisco Saúde está entre as empresas de Medicina de Grupo que mais cresce no país, com base em dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar. A operadora possui mais de três mil médicos e 220 hospitais credenciados e mais de 70 unidades próprias em cinco estados – São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás. Esta rede de atendimento estará agora disponível para os novos usuários, conforme o plano contratado.

Os clientes que tiver dúvidas devem ligar para o telefone 0800 183 456 ou ir diretamente na unidade administrativa do Grupo São Francisco localizada na Avenida Barão de Valença, 1044, Vila Rezende.

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ERRATA – Referente a notícia publicada pelo PIRANOT no dia 01 de junho deste ano, baseada em uma nota enviada ao portal pelo Grupo São Francisco, o plano HFC Saúde desmentiu nesta terça-feira (20), 19 dias após a publicação da notícia, que vendeu toda a sua cartela de clientes e que deixou de existir.

Segundo a HFC Saúde, a comunicação sobre a venda de parte da cartela de clientes só pode ser feita após o dia 30, quando a ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar – autorizou a transferência. O plano disse que a comunicação ocorreu após essa data.

No dia 01 o PIRANOT procurou o Grupo São Francisco para entender sobre a sua chegada em Piracicaba e com base em uma nota enviada por ele gerou sua reportagem. Neste documento o novo plano de saúde diz ter comprado a cartela de clientes, mas não fala que foi parcialmente. “O Grupo São Francisco informa que, desde o dia 1º de junho, assumiu a gestão da carteira de clientes dos planos Amhpla e HFCSaúde de Piracicaba, interior de São Paulo. O processo de transição para a São Francisco Saúde, plano de saúde da holding, iniciou-se no dia 30 de maio, data em que a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) autorizou a transferência e liberou a comunicação da mudança aos clientes.”.

O portal tentou na época contato com as assessorias de imprensa tanto do HFC quanto da Ampha. No site do primeiro plano não encontramos nenhuma forma de contato para a imprensa e também nenhum comunicado dirigido aos clientes naquela data. Todas as páginas, inclusive redes sociais, estavam desatualizadas e paradas.

No caso da Amhpla, tentamos contato com a assessoria de imprensa que enviava releases ao portal, mas fomos informados que ela não atendia mais o plano de saúde e não poderia fornecer informações. Tentamos ligar para telefones que estavam no site da empresa, mas ninguém nos atendeu.

Assim como no caso do HFC, o site e redes sociais da Amhpla no dia 01 até o fechamento e publicação da notícia se encontravam sem nenhuma informação sobre a venda de clientes e continuidade dos serviços.

O PIRANOT ressalta que sempre manteve diversas formas de contato com as empresas. Que buscou a informação junto aos citados, mas encontrou, talvez pela desorganização que todo o processo foi feito, enormes dificuldades de contato com algumas delas.

Nós mantemos em nosso site um formulário para contato, assim como e-mail para que, em caso de erro nas notícias, sejamos comunicados imediatamente para correção em seguida.

Há seis anos no ar, o PIRANOT nunca foi processado, conquistou 117 mil seguidores em apenas uma de 12 redes sociais que administramos, temos média mensal de 1,3 milhões de acessos e falamos para a massa piracicabana. Isso não foi conquistado com notícias falsas e tampouco com um trabalho amador. Nenhum veículo de comunicação tem audiência sem credibilidade.

O portal ressalta que recebeu com estranheza carta da HFC Saúde contestando as informações, já que mantém formas de contato diretas e rápidas tanto dentro do portal, quanto nas redes sociais, e nunca se negou em levar a informação correta aos seus leitores.

Por | 01/06/2017|

Grupos prioritários para vacina contra gripe é ampliado no Estado

Foto: Arquivo

Faltando apenas uma semana para o final da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe (Influenza), prevista para ser encerrada na próxima sexta-feira, 9 de junho, o Governo do Estado decidiu incluir entre os grupos prioritários mais 8 categorias: policiais federais e guardas civis municipais, doadores de sangue e de medula, trabalhadores dos tribunais de Justiça e fóruns, profissionais que trabalham com pessoas em situações de rua, cuidadores de idosos, auxiliares de classe e demais funcionários das escolas do ensino básico e superior, funcionários das creches e trabalhadores da limpeza urbana e coletadores de resíduos.

No dia último dia 13 de maio já haviam sido incluídos no Estado policiais militares e civis, bombeiros, funcionários do PoupaTempo, dos Correios, da Defesa Civil, promotores, procuradores e defensores públicos. Todos eles se somam, nesta reta final, às crianças com mais de seis meses e menos de cinco anos, gestantes, puérperas, idosos, profissionais da saúde, pessoas com comorbidades e professores da rede pública e privada, que abriram a campanha deste ano.

Segundo balanço fechado nesta quinta-feira, 01/06, a cobertura vacinal continua muito abaixo do que havia sido proposto pelo Ministério da Saúde, de imunizar 90% dos grupos prioritários iniciais. Receberam a dose apenas 55.509 pessoas, equivalente a 65,55%, dentro da média nacional. Foram vacinados também 8.553 pessoas com alguma comorbidade e mais 1.958 professores. Um total de 66.022 atendidos. Estratificando, foram vacinados 42,71% das crianças, 46,96% das gestantes, 72,06% dos profissionais da saúde, 52,32% das puérperas e 78,19% dos idosos.

Para a Secretaria de Saúde, é importante que as mães se sensibilizem e levem seus filhos, porque trata-se do público com a menor cobertura. De acordo o secretário da pasta, dr. Pedro Mello, este é um momento de muita preocupação porque as pessoas não estão compreendendo o risco que é ficar sem a imunização.

“A gripe é uma doença evitável com a vacina, mas pode levar a óbito em caso de complicação, quando há o risco da síndrome respiratória. Nos casos graves, o índice de óbito pode alcançar 30%. E o público-alvo, estabelecido pelo MS, é o mais vulnerável, principalmente com a chegada do inverno”, explicou.

PREVENÇÃO – A transmissão dos vírus influenza acontece por meio do contato com secreções das vias respiratórias, eliminadas pela pessoa contaminada ao falar, tossir ou espirrar. Também ocorre por meio das mãos e objetos contaminados, quando entram em contato com mucosas (boca, olhos, nariz). À população em geral, o Ministério da Saúde orienta a adoção de cuidados simples como medida de prevenção para evitar a doença, como: lavar as mãos várias vezes ao dia; cobrir o nariz e a boca ao tossir e espirrar; evitar tocar o rosto; não compartilhar objetos de uso pessoal; além de evitar locais com aglomeração de pessoas.

É importante lembrar que, mesmo pessoas vacinadas, ao apresentarem os sintomas da gripe – especialmente se são integrantes de grupos mais vulneráveis às complicações – devem procurar, imediatamente, o médico. Os sintomas da gripe são: febre, tosse ou dor na garganta, além de outros, como dor de cabeça, dor muscular e nas articulações. Já o agravamento pode ser identificado por falta de ar, febre por mais de três dias, piora de sintomas gastrointestinais, dor muscular intensa e prostração.

Por | 01/06/2017|

Vacinação contra a raiva na zona rural de Piracicaba começa neste sábado (27)

Foto: Divulgação

O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), da Secretaria de Saúde, começa neste sábado (27), a campanha de vacinação contra a raiva em cães e gatos na Zona Rural. O atendimento será realizado durante a semana e aos sábados, como ocorreu no ano passado. Algumas regiões que não apresentam mais características rurais serão atendidas em postos fixos, aos sábados, e não mais casa à casa. A meta é vacinar cerca de 10 mil animais até o dia 29 de julho. A campanha antirrábica na Zona Urbana está prevista para setembro.

Nos dias da campanha, trabalharão vacinadores treinados, que farão a cobertura de toda área rural, com material descartável e vacinas individuais. É importante que os proprietários colaborem, prendendo seus animais previamente à visita da equipe. No caso dos cães, devem ser levados aos postos de vacinação em guias e conduzidos por adultos.

Para os animais mais agressivos, é obrigatório o uso da focinheira. Os gatos deverão ser levados em caixas de transporte ou em sacos, como aquele usado para embalar cebolas, evitando assim fugas e possíveis acidentes com os animais, seus donos e vacinadores.

Todos os cães e gatos, a partir dos três meses de idade, poderão receber a vacina. Animais doentes, em tratamento e debilitados deverão aguardar a recuperação e a alta do seu médico veterinário, assim como as gestantes e com crias, que devem esperar o desmame dos filhotes. As vacinas podem ser aplicadas também de segunda a sábado, das 8h as 15 horas, no CCZ, que funciona como ponto fixo durante o ano todo.

De acordo com o veterinário da CCZ, Paulo Lara, coordenador da campanha antirrábica, a vacinação é muito importante para prevenir a doença. “A Raiva mata e é transmitida por mamíferos, principalmente os morcegos, que atualmente contribuem para a circulação e manutenção do vírus na Zona Rural e no município de Piracicaba”, afirmou.

De acordo com o especialista, este ano o trabalho de vacinação na zona rural terá também uma finalidade complementar, que é conscientizar a população local sobre os riscos da febre amarela e a necessidade de observar nas áreas de mata a existência ou não de macacos e suas condições de saúde.

“Este ano, devido a nossa preocupação com o avanço da febre amarela no Estado, incluindo municípios próximos como Campinas, realizaremos um trabalho, com apoio da Secretaria da Agricultura e Abastecimento (SEMA) e da Cooperativa dos Plantadores de Cana (COPLACANA), que visa o levantamento das áreas com avistamento de primatas não humanos (macacos) e possíveis óbitos, além de uma ação informativa voltada a vigilância da doença na Zona Rural”, concluiu Paulo Lara.

Por | 24/05/2017|

Apenas 52,31% do público prioritário se vacinou em Piracicaba

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Até quarta-feira (17), apenas 52,31% do público-alvo estabelecido pelo Ministério da Saúde (MS) haviam sido vacinados contra a gripe (Influenza) em Piracicaba. Os idosos correspondem à maior cobertura (64,09%), seguidos dos profissionais da saúde (54,39%). O público com menor proteção são as crianças de 6 meses e menores de 5 anos (28,94%). Dentre as gestantes, 37,72% receberam a dose, mais 39,13% das puérperas (mães que tiveram filhos nos últimos 45 dias). Foram vacinadas também  5. 317 pessoas com alguma comorbidade, além de 1.164 professores. No total, foram imunizadas 50.780 pessoas.

A vacina é gratuita e pode ser tomada em todos os postos de saúde da cidade até o dia 26 de maio, quando termina oficialmente a campanha nacional. O resultado, até o momento, está muito abaixo da meta estabelecida pelo MS, que é vacinar 90% do público prioritário, composto por idosos, crianças de 6 meses a menos de 5 anos, profissionais da saúde, gestantes, puérperas, professores da rede pública e privada, bombeiros, policiais civis e militares, profissionais da defesa civil e dos Correios.
Para a Secretaria de Saúde, é importante que as mães se sensibilizem e levem seus filhos aos postos de saúde, porque trata-se do público com a menor cobertura. De acordo o secretário da pasta, dr. Pedro Mello, este é um momento de muita preocupação porque as pessoas não estão compreendendo o risco que é ficar sem a imunização. “A gripe é uma doença evitável com a vacina, mas pode levar a óbito em caso de complicação, quando há o risco da síndrome respiratória. Nos casos graves, o índice de óbito pode alcançar 30%. E o público-alvo, estabelecido pelo MS, é o mais vulnerável, principalmente com a chegada do inverno”, explicou.
PREVENÇÃO – A transmissão dos vírus influenza acontece por meio do contato com secreções das vias respiratórias, eliminadas pela pessoa contaminada ao falar, tossir ou espirrar. Também ocorre por meio das mãos e objetos contaminados, quando entram em contato com mucosas (boca, olhos, nariz). À população em geral, o Ministério da Saúde orienta a adoção de cuidados simples como medida de prevenção para evitar a doença, como: lavar as mãos várias vezes ao dia; cobrir o nariz e a boca ao tossir e espirrar; evitar tocar o rosto; não compartilhar objetos de uso pessoal; além de evitar locais com aglomeração de pessoas.
É importante lembrar que, mesmo pessoas vacinadas, ao apresentarem os sintomas da gripe – especialmente se são integrantes de grupos mais vulneráveis às complicações – devem procurar, imediatamente, o médico. Os sintomas da gripe são: febre, tosse ou dor na garganta, além de outros, como dor de cabeça, dor muscular e nas articulações. Já o agravamento pode ser identificado por falta de ar, febre por mais de três dias, piora de sintomas gastrointestinais, dor muscular intensa e prostração.
Por | 19/05/2017|

Médicos cubanos que atuam em Piracicaba serão substituídos por brasileiros

Foto: Junior Cardoso / PIRANOT

Rogério Luiz Zeraik Abdalla, secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, pasta ligada ao Ministério da Saúde (MS), afirmou, em reunião de trabalho no gabinete do prefeito Barjas Negri, durante a manhã de hoje (18), que os 25 médicos cubanos que trabalham na rede de Atenção Básica (AB) do Município, dentro do Programa Mais Médico, serão substituídos por médicos brasileiros. Garantiu, inclusive, que serão substituídos o mais rápido possível, antes do prazo de encerramento de contrato entre o governo brasileiro e cubano, em junho, quando todos os profissionais ligados ao programa devem voltar ao país de origem.

De acordo com a coordenadora médica da AB, Anay Ferrer, alguns médicos já concluíram seus contratos e deixaram o programa, outros estão deixando, em um processo gradativo. A maioria, no entanto, tem contrato garantido até junho, quando a rede pública ficaria com 25 médicos intercambistas a menos nas Unidades de Saúde de Família (USF), onde atuam. “Já fizemos tudo o que o MS exige para garantirmos a vinda de novos profissionais dentro do programa. No entanto, até o momento, não tivemos as respostas que precisamos, que é a certeza da reposição desses médicos antes do final do contrato com os cubanos, o que nos deixá desassistido”, explicou.

Abdalla enfatizou que na segunda-feira, 22, tomará todas as medidas necessárias para acelerar o processo e que a cidade pode ficar tranquila em relação a isso. “Vocês terão os 25 médicos que precisam, com certeza, e eles chegarão antes de junho”. Explicou também que o Mais Médico não contará mais com os cubanos, que serão substituídos por médicos brasileiros formados no exterior e novos profissionais que estão chegando ao mercado de trabalho.

“Aqueles que se formaram fora do país devem passar pelo Revalida – Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos expedido por Instituição de Educação Superior Estrangeira – e poderão atuar no país. Esse ajuste será rápido”. Segundo Abdalla, esses profissionais não terão como opção escolher onde desejam atuar. “Terão de ir para onde determinarmos, que são as regiões que mais precisam. Essa é a condição para que ingressem no programa”.

Anay falou também sobre o programa Requalifica UBS, do MS, para reforma e construção de unidades de saúde. “O sistema está fechado para que possamos inscrever nossos projetos, sendo que havia prazo para isso, o que nos preocupa”, explicou. O secretário garantiu também que vai se inteirar da questão e dará resposta o mais rápido possível, a fim de evitar os problemas que possam comprometer o município.

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CERTIFICAÇÃO HFC – Outro ponto importante da reunião foi a certificação do Hospital Plantadores de Cana (HFC), que corre o risco de não poder mais atender pacientes do SUS caso perda o credenciamento, que está sub judice, de acordo com o presidente da Associação dos Fornecedores de Cana de Piracicaba (Afocapi), mantenedora do HFC, José Coral.

“Nós já comprovamos tudo que nos foi exigido pelo MS, que prestamos os serviços e recebemos do município pelos serviços prestados. No entanto, ainda há pendência relativa a um período em que o contrato entre o HFC e o município não estava formalizado, o que está colocando nossa certificação em risco, mesmo com todas as provas de que nada de irregular aconteceu. Abrimos inclusive um mecanismo para manifestação pública sobre a importância do HFC para Piracicaba. Mas por causa de uma vírgula, estamos nessa situação de incerteza. Se de fato perdermos o credenciamento, será o caos na cidade em termos de atendimento hospitalar para os pacientes SUS”, explicou Coral.

Abdalla garantiu, mais uma vez, que na segunda-feira, a primeira coisa que vai fazer, é se inteirar do que está acontecendo para equacionar o problema. “Vou levar isso adiante, pode ter certeza, inclusive porque não estamos falando apenas de Piracicaba, mas de uma região assistida pelo hospital”, enfatizou o secretário.

Por | 18/05/2017|

Prefeitura de Piracicaba inicia obras de climatização no Hospital Regional

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A Prefeitura de Piracicaba, por meio da Secretaria Municipal de Obras (Semob), iniciou os serviços de instalação do sistema de ar condicionado no Hospital Público Regional. O contrato com a empresa vencedora, a Integral – Ambientização Eireli, no valor de R$ 899 mil, foi assinado no último dia 24 pelo prefeito Barjas Negri. Os recursos são oriundos do governo do Estado. O prazo para a execução da obra é de 90 dias.

Com isso, a Prefeitura de Piracicaba atende a um pedido do governo do Estado feito no ano passado. E para dar seguimento ao processo para o início do funcionamento do Hospital o mais rápido possível, Barjas Negri encaminhou ofício ao secretário de Saúde do Estado, David Uip, informando sobre a assinatura do contrato e pediu ao secretário a indicação de técnicos para a continuidade das tratativas para o início da operação do hospital.

No ofício, o prefeito destaca a importância da visita dos técnicos para que, Prefeitura e Estado, estabeleçam um cronograma oficial da entrega da unidade, que dependerá ainda da instalação de equipamentos e providências administrativas. Barjas destacou que o funcionamento do Hospital atenderá a população de toda a região de Piracicaba, ligada ao SUS (Sistema Único de Saúde).

O secretário Arthur Ribeiro explicou que “o sistema de ar condicionado definido e executado é considerado tecnicamente ótimo, pois mescla sistema de água gelada com chiller (refrigeradores de água), rede de dutos, fancoletes (ar-condicionado de baixo ruído), fancoils e Splits de várias capacidades.

Além da instalação do ar condicionado, o contrato prevê a realização de pequenos serviços em grandes quantidades, dado o tamanho do prédio. Como exemplo estão a instalação de grelhas nas portas para exaustão e controle de pressão entre os ambientes e a instalação de coifas de gordura na cozinha do bloco de serviços gerais.

Do contrato consta ainda com os seguintes serviços: limpeza em geral, incluindo limpeza e desinfecção dos dutos e filtros do sistema; pequenos serviços de construção civil para instalação, principalmente, das coifas, e complementações e ajustes finos e minuciosos nos centros cirúrgicos e UTI.

O prédio do Hospital Público Regional está localizado na rua Antonio Elias, bairro Santa Rita, em terreno de 80 mil metros quadrados, com 19 mil metros quadrados construídos. Possui UTI e 126 leitos, além de capacidade para 2.000 cirurgias mês, sendo outras 700 eletivas no Hospital Dia anexo.

Por | 17/05/2017|

Ipasp firma parceria com o Sesi Piracicaba e oferece cursos sobre alimentação saudável

Curso é apenas para membros do grupo “Viva Melhor”

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O Ipasp (Instituto de Previdência e Assistência Social dos Funcionários Municipais de Piracicaba) firmou parceria inédita com o Sesi Piracicaba para oferecer, especialmente ao grupo Viva Melhor, cursos gratuitos acerca da alimentação saudável.

O primeiro módulo, sobre bolos caseiros, será ministrado nos dias 18 e 25 de maio, sempre das 14 às 16 horas, no Centro de Atividades Mario Mantoni (Av. Luiz Ralph Benatti, 600 – Vila Industrial). Já o segundo módulo abordará quitutes juninos e ocorrerá nos dias 6 e 20 de junho, nos mesmos horário e local.

Os cursos fazem parte do programa Alimente-se Bem, do Sesi-SP. Entre as receitas que serão ensinadas estão bolo de gengibre e laranja, bolo de fibra e canela, bolo de abóbora com coco e bolo de bagaço de milho (módulo bolos caseiros); chocolate quente com gengibre, cocada cremosa de batata doce, mousse de amendoim e quentão de casca de laranja (módulo quitutes juninos).

O público-alvo é o grupo Viva Melhor do Ipasp, formado por funcionários públicos municipais aposentados e pensionistas. Quem explica é a coordenadora, Carmem Carlet: “Temos o grupo desde 2009, com a proposta de oferecer momentos de integração e lazer à melhor idade. A cada ano que passa, nossas atividades são aprimoradas visando à qualidade de vida dos participantes. Esta parceria com o Sesi é inédita e tenho certeza de que todos vão gostar”.

De acordo com o presidente do Ipasp, Pedro Celso Rizzo, os cursos de nutrição são novidade na programação do Viva Melhor e estão entre os compromissos assumidos na campanha institucional. “Minha promessa era expandir as atividades oferecidas ao grupo. Já dizia o ditado: mente sã, corpo são. Neste sentido, a programação de 2017, que já começou, conta com mais de cem atividades. Acredito que a parceria com o Sesi Piracicaba venha ao encontro dos nossos objetivos”, comenta Rizzo.

Para inscrições e mais informações, os interessados devem entrar em contato com Carmem Carlet, pelo telefone (19) 3437-9877.

Por | 16/05/2017|

Resultados dos exames do Laboratório Municipal podem ser acessados via internet

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Os usuários do Laboratório Municipal podem agora consultar pela internet os resultados dos seus exames, como acontece nos laboratórios privados. Depois de atendidos, recebem uma etiqueta contendo chave e senha. O sistema é acessado pelo site da Prefeitura (www.piracicaba.sp.gov.br), onde há um botão verde no lado direito chamado Resultado de Exames. O documento é gerado na extensão PDF e pode ser impresso, arquivado ou enviado por e-mail.

O sistema implantado recentemente facilita tanto a vida dos pacientes, já que o laudo pode ser acessado da própria casa, bem como dá mais agilidade ao atendimento nos postos de saúde, porque os mesmos resultados são lançados simultaneamente no prontuário eletrônico desses pacientes, via Olostech, acessados pelos médicos no momento da consulta.

Luiz Francisco Mendes, coordenador do Laboratório Municipal, explicou que todo trabalho manual, que tornava o processo moroso e dispendioso, foi eliminado. A informatização eliminou também a duplicidade de exames, gerando economia. “Antes, o paciente passava em uma UBS e o médico pedia uma série de exames. Depois, passava na UPA e o médico pedia mais uma bateria de exames. Muitas vezes eram os mesmos exames pedidos anteriormente”, observou.

Como todos os exames pedidos para um determinado paciente ficam agora em seu prontuário eletrônico, os médicos que o acessarem ficarão sabendo quais foram realizados. A expectativa da Atenção Básica (AB) é de que esse avanço, além da economia com malotes e serviços manuais, reduza também o índice de faltas às consultas, hoje na casa dos 25% em média na rede. “Quando o paciente não precisa esperar muito até o retorno ao médico, a chance de ele faltar da consulta é menor. Com a agilidade dos exames, esse tempo entre a consulta e o retorno tende a ser reduzido”, observou Anay Ferrer, coordenadora médica da AB.

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PRONTUÁRIO ELETRÔNICO – O sistema de etiquetas ainda não vale para as unidades de saúde e sim, apenas para quem vai direto ao Laboratório Municipal, na pós-consulta, para exames específicos. Essa expansão para toda a rede está em desenvolvimento pela equipe de informática da Secretaria de Saúde e deve funcionar ainda este ano. Enquanto isso, devido ao prontuário eletrônico, que já é uma realidade no município, usado por 100% da rede municipal de saúde, o laboratório envia os resultados via internet para as unidades assim que ficam prontos, o que também facilita muito a relação de trabalho”.

“A tendência”, segundo Francisco, “é que o Laboratório Municipal tenha uma plataforma independente, o que facilitará ainda mais o acesso. Portanto, temos a certeza de que o caminho é esse. A comunicação com os nossos usuários está sendo melhorada e todo o nosso trabalho deve ganhar em visibilidade. Vale destacar que os equipamentos que usamos aqui são de ponta, similares aos usados em laboratórios particulares, o que ajuda muito esse salto de qualidade na interface com os usuários SUS”, enfatizou.

Por | 12/05/2017|
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