Petrobras sobe o preço do diesel e da gasolina nas refinarias

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Três dias depois de ter reduzido o preço da gasolina e do diesel nas refinarias, a Petrobras anunciou aumento nos preços dos dois produtos. O diesel subiu 2,7% e a gasolina, 1,8%. Os aumentos valem a partir desta terça-feira (4).

A estatal não informou quanto o reajuste nas refinarias poderá impactar no preço final ao consumidor. Isso porque o preço nas bombas depende de outros integrantes da cadeia de combustíveis, como distribuidoras e postos.

Na última sexta-feira (30), a empresa havia anunciado redução de 4,8% no preço do diesel e de 5,9% no da gasolina nas refinarias. A nova política de preços da companhia prevê aumento da frequência de ajustes, que poderão ocorrer diariamente.

Segundo a estatal, a medida “permitirá maior aderência dos preços do mercado doméstico ao mercado internacional no curto prazo e possibilitará à companhia competir de maneira mais ágil e eficiente”.

Por | 04/07/2017|

Petrobras reduz preço do gás GLP para uso industrial e comercial

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A Petrobras reduziu os preços de comercialização às distribuidoras do GLP [gás liquefeito de petróleo] destinado aos usos industrial e comercial. A redução média de 5% entra em vigor a partir de amanhã (4). Segundo a companhia, o motivo principal para o reajuste foi a queda das cotações do produto no mercado internacional.

De acordo com a estatal, os preços do GLP destinado ao uso residencial, comercializado pelas distribuidoras em botijões de até 13kg, conhecido como P13 ou gás de cozinha, não foram objeto deste reajuste.

As empresas distribuidoras de GLP foram informadas na tarde de hoje que o preço do GLP industrial (para embalagens acima de 13 quilos) será reduzido a partir de amanhã, dia 4 de julho, nas unidades da Petrobras.

Por meio de nota, o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) disse que, de acordo com as informações recebidas da Petrobras pelas distribuidoras, a queda de preço flutuará entre 4,5% e 5,2%, conforme o polo de suprimento.

O Sindigás considerou positiva a redução do preço para embalagens que atendem o comércio e a indústria, porque aproxima mais o preço interno dos valores praticados no mercado internacional para setores que necessitam de menores custos. “Com a redução de preços a contar a partir de amanhã [4 de julho], o Sindigás calcula que o valor do produto para embalagens acima de 13 quilos ainda permanecerá 38% acima da paridade de importação, ou seja, com margem para novas quedas”, concluiu a nota.

Por | 04/07/2017|

Conta de luz ficará mais cara em julho

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A bandeira tarifária que será aplicada nas contas de energia em julho será amarela, o que significa um acréscimo de R$ 2 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o fator que determinou o acionamento da bandeira amarela foi o aumento do custo de geração de energia elétrica.

O sistema de bandeiras tarifárias foi criado em 2015 como forma de recompor os gastos extras com a utilização de energia de usinas termelétricas, que é mais cara do que a de hidrelétricas. A cor da bandeira é impressa na conta de luz (vermelha, amarela ou verde) e indica o custo da energia em função das condições de geração.

Quando chove menos, por exemplo, os reservatórios das hidrelétricas ficam mais vazios e é preciso acionar mais termelétricas para garantir o suprimento de energia no país. Nesse caso, a bandeira fica amarela ou vermelha, de acordo com o custo de operação das termelétricas acionadas.

Neste ano, as contas de luz já tiveram bandeira vermelha, nos meses de abril e maio, e em junho a bandeira ficou verde. A Aneel já disse que deverá revisar no ano que vem a metodologia que define o acionamento das bandeiras tarifárias, para evitar mudanças bruscas de um mês para o outro.

Segundo a Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o uso consciente da energia elétrica.

Por | 30/06/2017|

Feirão da Casa Própria em Piracicaba termina com R$ 195 milhões em contratos

A Caixa Econômica Federal alcançou R$ 195,2 milhões em negócios no Feirão CAIXA da Casa Própria em Piracicaba (SP). O evento, que terminou neste domingo (25), teve um resultado superior à edição de 2016 (R$180 milhões). Foram fechados ou encaminhados 1.296 contratos no Engenho Central, onde o Feirão aconteceu em parceria com a 8ª Feira Imobiliária Regional, evento com patrocínio exclusivo da CAIXA, que teve mais de 4 mil imóveis em oferta.

Para a superintendente regional da CAIXA, Cecília Helena Bomfim, o Feirão impulsiona a contratação de crédito imobiliário, e sua realização é importante para o aquecimento do mercado e a geração de emprego e renda. “Os resultados obtidos demonstram a força da cidade, a confiança dos consumidores, a importância da CAIXA para o segmento da construção civil, e potencial do mercado da região”, comenta.

Durante o fim de semana, cerca de seis mil visitantes passaram pelo Feirão de Piracicaba. O evento aconteceu também em São Carlos (SP), onde foram movimentados mais de R$62 milhões em negócios, com a presença de 3.500 visitantes.

Na mesma data o evento ocorreu também nas cidades de Brasília (DF), Curitiba (PR) e Fortaleza (CE). Cerca de 14 mil contratos foram fechados ou encaminhados e o volume de negócios superou R$ 2,9 bilhões nas três cidades. O Feirão passou por São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Campinas (SP), Belém (PA), Florianópolis (SC), Porto Alegre (RS), Belo Horizonte (MG), Recife (PE), Salvador (BA), Goiânia (GO) e Uberlândia (MG), de 26 a 28 de maio, e alcançou R$ 10,2 bilhões em negócios no período. Foram mais de 191 mil visitantes nas onze cidades e 51 mil contratos fechados ou encaminhados.

Por | 26/06/2017|

Contas de luz de junho terão bandeira verde, sem acréscimo na tarifa

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A bandeira tarifária que será aplicada nas contas de luz no mês de junho será a verde, o que significa que não haverá custo extra para o consumidor. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o retorno da bandeira verde foi possível pelo aumento das chuvas nos reservatórios das hidrelétricas em maio e pela perspectiva de redução do consumo de energia elétrica no país.

A previsão da Aneel era que a bandeira tarifária vermelha patamar 1 continuasse em vigor até o fim do período seco, que vai até novembro.

Como funcionam as bandeiras tarifárias?

O sistema de bandeiras tarifárias foi criado em 2015 como forma de recompor os gastos extras com a utilização de energia de usinas termelétricas, que é mais cara do que a de hidrelétricas. A cor da bandeira é impressa na conta de luz (vermelha, amarela ou verde) e indica o custo da energia em função das condições de geração.

Quando chove menos, por exemplo, os reservatórios das hidrelétricas ficam mais vazios e é preciso acionar mais termelétricas para garantir o suprimento de energia no país. Nesse caso, a bandeira fica amarela ou vermelha, de acordo com o custo de operação das termelétricas acionadas.

Segundo a Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o uso consciente.

Por | 27/05/2017|

Dedini se prepara para atender 70% das Usinas do Nordeste na entressafra

Foto: Divulgação

A equipe do Sistema RGD Nordeste (Reposição Garantida Dedini) está preparada para atender as 12 mil horas trabalhadas/mês que estão sendo projetadas para as usinas de todos os Estados, que entram no período da entressafra e começam agora o processo de manutenção.

“Estima-se que o Nordeste tenha 12% do mercado nacional de usinas de açúcar e álcool e a Dedini é líder no atendimento dessa região, com 70% do mercado de manutenção”, informa Norivaldo Zimmermann, superintendente comercial e industrial de Açúcar e Etanol  da Dedini S/A Indústrias de Base.

A demanda se divide em atender o mercado com peças novas, e trabalhar fortemente em manutenção na entressafra. “Nosso objetivo é oferecer aos clientes um atendimento focado nas necessidades de manutenção, nos tornando provedores de soluções inovadoras, com eficiência, responsabilidade, qualidade, pontualidade, confiabilidade”, destaca Zimmermann.

As funções básicas do Sistema RGD são as de garantir a melhor performance dos equipamentos e componentes fornecidos pela Dedini, proporcionando maior valor agregado e mantendo os equipamentos em pleno funcionamento, pelo maior período de tempo possível, sem paradas e interrupções para manutenção corretiva durante a safra.

No Nordeste, a parte de serviços está sediada em Maceió, que tem estrutura completa de atendimento e a mesma qualidade oferecida pela matriz da empresa, em Piracicaba.

Segundo Zimmermann, o modelo de trabalho do Sistema RGD está baseado em pilares, estabelecidos a partir do estreitamento de laços com o cliente, a começar do conhecimento das carências e demandas pela melhoria de processos e sistemas de produção industrial.

Na sequência, a equipe coloca em prática o atendimento diferenciado na parceria: qualidade, pontualidade de entrega, pós-vendas, soluções de engenharias, rigor no cumprimento dos requisitos de qualidade e fabricação exigidos pelos clientes atendendo todos os equipamentos instalados, nas necessidades de manutenção e melhorias. Além disso, busca incorporar ao equipamento altos índices de performance, que são compensados pelo maior percentual de extração ou melhor produtividade, com grande economia pela diminuição de paradas não planejadas que trazem enorme prejuízo ao processo. Para isso, mantém equipe de apoio de engenheiros e técnicos na unidade de Maceió.

Para dar conta desse amplo mercado de reposição e manutenção, a Dedini conquistou diferenciais como capacitação fabril, engenharia com soluções de tecnologia de ponta e atendimento personalizado durante toda a safra, 24 horas por dia.

Além desses fatores, a empresa dispõe de fundição própria, laboratório de ensaios metalográficos, apoio técnico, laudo de avaliação, o sistema RGD programado, pré-venda, venda e pós-venda, com um banco de dados informatizado, com todos os fornecimentos, históricos de performance e dados técnicos relevantes para atender rapidamente e da melhor forma possível a cada cliente, segundo Adilson Silva, gerente comercial de Açúcar e Etanol.

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MAIOR – A Dedini Indústrias de Base é a maior empresa de bens de capital do Brasil, com área de fabricação de mais de 1.000.000 de m², equipamentos modernos, tecnologia de ponta, fabricando e fornecendo equipamentos que permitem a produção de 80% do etanol produzido no Brasil e 32% do etanol produzido no mundo.

Uma empresa nacional que em seus quase 97 anos conquistou uma posição de liderança tecnológica mundial.

Por | 20/05/2017|

Como pagar sua fatura atrasada do Itaúcard sem juros?

Foto: Reprodução

Diante da grave crise que enfrenta o Brasil, quem nunca se perdeu nas contas, principalmente com cartão de crédito. O que muitos não sabem é que algumas empresas oferecem descontos para negociações à vista, por tanto, vale a pena fazer estratégia para quitar o cartão e não aceitar re-parcelamentos.

Vamos apresentar um caso real de um cliente do Itaúcard Visa Internacional que ocorreu em março de 2016. O cliente desta empresa se perdeu nas contas e passou a pagar o mínimo da fatura até que desistiu de pagar.

A dívida naquela época era de R$ 1,9 mil, já com juros sobre juros. Os meses foram passando até que chegou em setembro avaliada em mais de R$ 5 mil.

Sem nenhum bem em seu nome, ele usou isso a seu favor. Esperou o Itaú oferecer linhas de quitação. Uma das oferecidas foi um quitamento total no valor de R$ 1,7 mil ou um parcelamento no valor de R$ 4,5 mil.

Note que, para não perder o dinheiro, o Itaúcard retirou todos os juros e deu desconto para a quitação.

O ideal é que você não espere o passar dos meses, porém seja firme com o banco. Mostre que tem interesse em pagar, porém quer desconto. Exija na geociação a apresentação dos dados reais da dívida para você conseguir separar o que você de fato gastou e o que é juros. Dai, com esse extrato, negocie o desconto da dívida.

Evite ao máximo os re-parcelamentos e novos empréstimos. Junte mês a mês o dinheiro. Como no exemplo, o quitamento total resulta em um desconto enorme e surreal.

Um ano após o sufoco, o cliente citado conseguiu se reorganizar e recuperou seu cartão Itaucard. O seu crédito antes disso era de R$ 3.500, hoje é de R$ 4.800. Ele também tem hoje um cartão Gold, a linha outro da Visa.

Por | 14/05/2017|

Confiança no varejo sobe 5,72% em Piracicaba

Foto: Arquivo

O ICV-P (Índice de Confiança no Varejo de Piracicaba) correspondente a abril subiu 5,72% na comparação com o mês anterior (março), passando de 100,32 pontos para 106,06. Em sua decomposição: tanto ICA (Índice de Confiança Atual) quanto ICF (Índice de Confiança Futura) observaram resultados positivos de 9,99% e 4,58% respectivamente.

SEGMENTOS – Uma leitura mais aproximada sobre o levantamento – que é realizado pela Ejea/Esalq (Empresa Junior de Economia e Administração), em parceria com a Acipi (Associação Comercial e Industrial de Piracicaba) – permite a observação de um bom desempenho em todos os segmentos de mercado observados.
Três setores analisados pela pesquisa: Alimentação, Vestuário e Higiene e Cuidados Pessoais observaram crescimento em seus índices gerais: 1,98%, 0,82% e 15,20% respectivamente. Apenas o setor de Habitação observou pequena queda de 0,54% em seu índice geral.
Na análise dos quesitos de cada setor, o destaque ficou para o segmento de Vestuário, que observou um incremento de 44,08% no subíndice: Economia Atual.
“Na análise ampla do índice, podemos perceber que, gradualmente, os varejistas vêm mantendo o otimismo sobre o desempenho do setor. Isoladamente, podemos perceber que, no período, os segmentos que se destacaram foram: Vestuário e Higiene e Cuidados Pessoais. O primeiro por conta do otimismo do setor com relação à economia atual. O segundo por conta de seu desempenho geral. Talvez, a proximidade com o Dia das Mães e uma possível procura por presentes para a data, como: itens de perfumaria e roupas, pode estar por trás do comportamento desses números. A chegada do frio, que é outro elemento que atrai a busca de consumidores por artigos da moda Outono-Inverno, também pode ser outro indicativo”, avalia Paulo Roberto Checoli, presidente da Acipi.
ICV-P – O indicador tem o objetivo de divulgar aos empresários, setor público e sociedade as expectativas dos lojistas em relação à economia regional, ao segmento em que atuam e às suas próprias empresas. O cálculo do índice passou por mudanças em sua metodologia e, para uma análise mais elaborada sobre o setor varejista de Piracicaba, a pesquisa passou a apurar de maneira geral e segmentada as expectativas dos empresários.
Por | 13/05/2017|

ICV-P tem variação positiva de 2,01%, em março

O ICV-P (Índice de Confiança no Varejo de Piracicaba) correspondente a março subiu2,01% na comparação com o mês anterior (fevereiro), passando de 98,34 pontos para 100,32. Em sua decomposição: o ICA (Índice de Confiança Atual) observou uma queda de 2,36% e o ICF (Índice de Confiança Futura) obteve resultado positivo de 1,93%.
SEGMENTOS – Uma leitura mais aproximada sobre os resultados dos segmentos pesquisados no levantamento – que é realizado pela Ejea/Esalq (Empresa Junior de Economia e Administração), em parceria com a Acipi (Associação Comercial e Industrial de Piracicaba) – permite a observação de: um resultado menos otimista para o setor de Alimentação, puxado pelo desempenho do subíndice: Economia Futura, que teve uma retração de 4,46%; uma melhora no setor de Habitação, que recebeu um incremento de 6,58% no subíndice: Economia Futura; e uma perspectiva, também, positiva para o segmento de Vestuário, puxada pela variação positiva de 10,06% do quesito: Economia Atual.
“Na análise ampla do índice, podemos perceber que, gradualmente, os varejistas vêm mantendo o otimismo sobre o desempenho do setor. Isoladamente, é interessante verificar como cada segmento investigado se comporta. A Alimentação observou queda. Apesar de a inflação no País  vir apresentando quedas, mês a mês, os preços dos alimentos continuam (aliados a outros fatores) impactando as variações no Índice de Preços ao Consumidor (IPCA). Os outros setores analisados apresentaram resultados positivos: Higiene e Cuidados Especiais, Vestuário e Habitação. Talvez, a proximidade com o Dia das Mães e uma possível procura por presentes na data, como: itens de perfumaria e roupas, podem estar por trás do otimismo demonstrado pelos lojistas na aferição dos resultados dos setores envolvidos no levantamento”, comenta Paulo Roberto Checoli, presidente da Acipi.
ICV-P – O indicador tem o objetivo de divulgar aos empresários, setor público e sociedade as expectativas dos lojistas em relação à economia regional, ao segmento em que atuam e às suas próprias empresas. O cálculo do índice passou por mudanças em sua metodologia e, para uma análise mais elaborada sobre o setor varejista de Piracicaba, a pesquisa passou a apurar de maneira geral e segmentada as expectativas dos empresários.
Por | 30/04/2017|

Mais de 11,8 milhões ainda não entregaram declaração do Imposto de Renda

Foto: Agência Brasil

A Receita Federal recebeu 16,5 milhões de declarações de Imposto de Renda até às 11h de hoje (24). A expectativa é que 28,3 milhões de contribuintes entreguem o documento. O prazo de entrega, que começou no dia 2 de março, vai até às 23h59min59s da próxima sexta-feira (28).

A Receita alerta que os contribuintes que perderem o prazo estarão sujeitos ao pagamento de multa mínima de R$ 165,74 e máxima de 20% do imposto devido.

O programa gerador da declaração está disponível no site da Receita Federal. A declaração do Imposto de Renda é obrigatória para quem recebeu rendimentos tributáveis superiores a R$ 28.559,70 no ano passado.

Neste ano, a declaração do Imposto de Renda teve uma série de mudanças. As principais são a redução da idade mínima –  de 14 para 12 anos – na apresentação do CPF (Cadastro de Pessoa Física) de dependentes e a incorporação do Receitanet, programa usado para transmitir a declaração ao programa gerador do documento.

Declaração é indispensável

Precisa ainda declarar o Imposto de Renda quem recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 40 mil; quem obteve, em qualquer mês de 2016, ganho de capital na alienação de bens ou direitos sujeito à incidência do imposto ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias e de futuros.

Quando se trata de atividade rural, é obrigado a declarar o contribuinte com renda bruta superior a R$ 142.798,50; quem pretende compensar prejuízos do ano-calendário 2016 ou posteriores ou quem teve, em 31 de dezembro do ano passado, a posse ou propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, com valor total superior a R$ 300 mil.

A Receita Federal pagará a restituição do Imposto de Renda Pessoa Física em sete lotes, entre junho e dezembro deste ano. O primeiro lote sairá em 16 de junho, o segundo em 17 de julho e o terceiro em 15 de agosto. O quarto, quinto e sexto lotes serão pagos, respectivamente, em 15 de setembro, 16 de outubro e 16 de novembro. O sétimo e último lote está previsto para ser pago em dezembro.

Ao fazer a declaração, o contribuinte deve indicar a agência e a conta bancária na qual deseja receber a restituição. Idosos, pessoas com deficiência física, mental ou doença grave têm prioridade para receber a restituição.

Por | 24/04/2017|

Inflação do aluguel, IGP-M acumula 3,48% em 12 meses

Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

A segunda prévia de abril do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) acusou deflação (queda de preços) de 0,99%. A segunda prévia de março havia registrado 0,08%. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), o IGP-M acumula taxa de 3,48% em 12 meses.

A queda da taxa entre março e abril foi puxada pelos três subíndices que compõem o IGP-M. O Índice de Preços ao Produtor Amplo, que mede o atacado, teve deflação de 1,60% na segunda prévia de abril, ante uma deflação de 0,08% em março.

O Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, caiu de 0,32% para 0,30% no período. Já o Índice Nacional de Custo da Construção recuou de uma inflação de 0,52% em março para uma deflação de 0,09%.

Por | 19/04/2017|

Intenção de consumo das famílias cai 0,5% entre março e abril

Foto: Agência Brasil

A Intenção de Consumo das Famílias, medida pela Confederação Nacional do Comércio (CNC), recuou 0,5% na passagem de março para abril. Mesmo assim, o indicador avançou 6,2% na comparação com abril de 2016, de acordo com a CNC.

A queda de 0,5% na comparação mensal foi provocada por avaliações de consumidores sobre suas perspectivas profissionais (que caíram 2,4%) e sobre o momento ser considerado adequado para a compra de bens duráveis (queda de 3,8%).

Mais cinco componentes da Intenção de Consumo das Famílias tiveram alta de março para abril: compra a prazo (1%), perspectiva de consumo (0,6%), emprego atual (0,4%), nível de consumo atual (0,4%) e renda atual (0,3%).

Já na comparação anual, seis dos sete componentes registraram alta: perspectiva de consumo (22,5%), momento para duráveis (14,1%), emprego atual (5,7%), nível de consumo atual (4,6%), perspectiva profissional (3,7%) e renda atual (1,4%). Apenas a avaliação sobre compra a prazo teve queda (-0,5%).

Por | 19/04/2017|
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