Prefeitura de Piracicaba discute LOA e não aposta em retomada econômica em 2018

Foto: Fabrice Desmonts / Câmara de Piracicaba

Em audiência sobre a Lei Orçamentária Anual (LOA) realizada na noite de ontem (8), no plenário da Câmara de Vereadores de Piracicaba, o secretário municipal de finanças, José Admir de Moraes Leite, mostrou-se preocupado com o desempenho econômico do país para 2018.

Com isso, há dúvidas também para a arrecadação no município.

“Em 2018, a gente não vê horizonte que ela [situação econômica do país] possa melhorar”, comentou.

No projeto de lei 261/2017, responsável por orçar a receita e fixar a despesa de Piracicaba para o exercício financeiro do próximo ano (encaminhado pelo Executivo Municipal), a previsão é de R$ 1.693.091.100,00 para 2018, um valor 6,30% maior que a receita deste ano – orçada em R$ 1.593.373.779,00.

Diminuição de repasses

O secretário chamou atenção ainda à política do governo federal de diminuição de recursos, concomitante ao repasse de obrigações aos municípios.

“A gente vê diminuição na saúde, na educação e na área social”, disse, enfatizando que o SUAS foi “praticamente extinto”.

“De tudo o que é arrecado pelo Estado nacional, 57% fica no governo federal, 25% no governo estadual e somente 18% é transferido aos municípios”, informou o secretário.

O repasse ao SUAS (Sistema Único de Assistência Social) foi talhado em 97% a nível nacional, prejudicando serviços oferecidos no CRAS e CREAS.

Mais impactos em 2018

A atual crise econômica gera efeito colateral também nos repasses a nível estadual, como é o caso do Fundo de Participação dos Municípios.

No índice, o muncípio de Piracicaba tem praticamente caído de 1,1695% em 2014 para 1,1139% em 2016.

O Fundo de Participação dos Municípios é um repasse que a União faz aos Estados e o Distrito Federal.

O valor desse repasse é calcado em 22,5% do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

O resultado? Menos investimentos.

Em 2018, é esperado, segundo a Secretaria de Finanças, que Piracicaba conte somente com R$ 63 milhões para novos projetos.

O valor é 5% do total previsto na arrecadação da LOA.

Mudanças

Mesmo com esses impactos, foram apresentadas mudanças no PPA (Plano Plurianual) 2018-2021 e na LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) 2018. O motivo é a inclusão de ações na LOA 2018.

Uma dessas mudanças prevê R$ 200 mil para a casa de abrigo às mulheres vítimas de violência.

Convocada pela Comissão Permanente de Orçamento e Finança, a audiência de ontem foi presidida por Gilmar Rotta (PMDB).

A votação da Lei Orçamentaria Anual de 2018 deve acontecer na quarta-feira, 29 de novembro, às 14 horas.

Por | 09/11/2017|

Preço da gasolina e do diesel é reajustado mais uma vez pela Petrobras

Em seis meses, consumidor sentiu um aumento de aproximadamente R$ 0,30 por litro de gasolina no país

Foto: Arquivo

A Petrobras autorizou ontem (06), mais uma alta de 2,3% para a gasolina e aumento de 1,9% para o diesel nas suas refinarias. Os aumentos entraram em vigor a partir de hoje.

O aumento acontece, segundo a empresa, devido principalmente ao aumento das cotações dos produtos e do petróleo no mercado internacional.

A decisão foi tomada pelo Grupo Executivo de Mercado e Preços (GEMP), que antecipa suas reuniões periódicas quando o reajuste dos combustíveis varia mais de 7% para cima ou para baixo no período aproximado de um mês.

Em um mês, o preço da gasolina nas refinarias já acumula aumento de mais de 9%. Em novembro, há elevação de 6,6%, após alta também de 6,6% em outubro.

O reajuste se refere aos preços para as refinarias. O repasse ou não do aumento para o consumidor final depende dos postos de combustíveis. Na semana passada, o valor dos combustíveis nas bombas voltou a subir, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP).

Estudos apontam que de março à novembro deste ano, o litro ficou quase R$ 0,30 centavos mais caro. Ou seja, o consumidor passou a gastar R$ 15 a mais para completar um tanque de 50 litros. Isso varia de acordo com a região do país.

Por | 07/11/2017|

Repasse menor de ICMS ao município em 2018 preocupa equipe de Barjas

Foto: Júnior Cardoso / PIRANOT

A participação de Piracicaba no repasse do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) pelo governo estadual aos municípios paulistas deve cair para 1,1139% em 2018. Embora o valor exato ainda não esteja fechado, a certeza de que haverá redução preocupa a gestão Barjas Negri (PSDB).

A revelação foi feita pelo secretário municipal de Finanças, José Admir Moraes Leite, durante a audiência pública, realizada no plenário da Câmara na tarde desta quarta-feira (27), para demonstração e avaliação do cumprimento das metas fiscais do segundo quadrimestre do exercício financeiro de 2017.

O percentual da participação das cidades no ICMS arrecadado pelo Estado é determinado pelo Índice de Participação dos Municípios, que leva em conta variáveis como a receita tributária e o número de habitantes de cada localidade. Desse “bolo”, Piracicaba recebeu uma fatia de 1,1695% em 2016 e de 1,1529% em 2017.

“Em 2018, vamos perder participação: tínhamos 1,15% e cairá para 1,11%. Essa é nossa preocupação, porque no ano que vem a arrecadação será menor”, disse Admir, que afirmou que o impacto da queda pode ser um pouco amenizado caso a arrecadação do ICMS no Estado cresça, já que, em valores absolutos, e não percentuais, o repasse ao município aumentaria, ainda que timidamente.

A audiência pública foi convocada pela Comissão de Finanças e Orçamento da Câmara, que é composta pelo presidente Gilmar Rotta (PMDB), pelo relator André Bandeira (PSDB) e pelo membro Paulo Serra (PPS). Os vereadores Isac Souza (PTB), Wagner Oliveira (PHS), Coronel Adriana (PPS) e Nancy Thame (PSDB) também acompanharam a demonstração e tiraram dúvidas com os representantes do Executivo.

Além de Admir, estiveram presentes o procurador-geral do município, Milton Sérgio Bissoli, o diretor executivo da Fundação Municipal de Ensino, Antonio Carlos Copatto, e os presidentes do Semae (Serviço Municipal de Água e Esgoto), José Rubens Françoso, da Emdhap (Empresa Municipal de Desenvolvimento Habitacional de Piracicaba), João Manoel dos Santos, e do Ipasp (Instituto de Previdência e Assistência Social dos Funcionários Municipais de Piracicaba), Pedro Celso Rizzo.

Por | 28/09/2017|

Fabricado em Piracicaba, Hyundai inicia exportação do Creta para o Paraguai e Uruguai

Foto: Divulgação

Como parte da estratégia de expansão das exportações para a América do Sul, a Hyundai Motor Brasil (HMB) começa a enviar veículos Creta, produzidos na fábrica de Piracicaba (SP), para o Uruguai. A previsão é que 170 unidades cheguem àquele país até o fim deste ano. Quando somadas ao volume planejado para o Paraguai, que recebe o Creta brasileiro desde julho, as exportações deste modelo devem totalizar 600 unidades em 2017.

Segundo Angel Martinez, diretor-executivo de Vendas, Marketing e Pós-Vendas da Hyundai Motor Brasil, a exportação do Creta para o Uruguai segue a estratégia de oferecer os modelos que se destacam no mercado brasileiro para países da América do Sul, assim como ocorreu com o compacto HB20, desde o ano passado.

“Começamos com o HB20, que é o segundo modelo mais vendido do Brasil, tendo como destino o Paraguai e, em seguida, o Uruguai. Agora, ampliamos as exportações para estes dois países com o Creta, que também vem se consolidando entre os líderes de seu segmento. Em breve, deveremos concluir as negociações para levar o SUV para outros mercados dentro da América do Sul”, acrescenta ele.

O modelo exportado para o Uruguai é o Creta com motor 1.6, que pode ser equipado com câmbio manual ou automático, ambos de seis velocidades. Todos os veículos sairão de fábrica com roda de liga leve de 17”, faróis de neblina dianteiros, controles de tração e estabilidade, seis airbags, central multimídia blueMedia com câmera de ré e piloto automático com controles no volante.

Os veículos serão comercializados localmente pela Fidocar S.A., importadora exclusiva da marca Hyundai no Uruguai desde 1992, onde já comercializa os modelos HB20 e HB20S desde agosto de 2016. A rede de concessionárias naquele país conta com 25 lojas, distribuídas por todo o território nacional e aptas para o atendimento de vendas de veículos, peças e serviços.

Por | 27/09/2017|

Justiça Federal no RJ suspende novamente alta de combustíveis em todo país

Foto: Arquivo

O juiz federal Ubiratan Cruz Rodrigues, da 1ª Vara Federal de Macaé (RJ), determinou, em caráter liminar, a suspensão do aumento do preço dos combustíveis em todo o país. Ele atendeu a uma ação popular contra os efeitos do decreto assinado pelo presidente Michel Temer, no último dia 20, que aumentou as alíquotas do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) sobre a comercialização de gasolina, óleo diesel e etanol.

Quem entrou com a ação foi o advogado Décio Machado Borba Netto. A decisão da 1ª Vara foi tomada no último dia 31, mas somente divulgada nesta quinta-feira (3). Netto sustentou que o decreto, ao aumentar as alíquotas das contribuições sobre combustíveis, afrontou diversos princípios constitucionais, entre eles o da chamada noventena, que exige que qualquer mudança tributária só pode ser feita depois de 90 dias da publicação da lei que a instituiu.

Em sua decisão, o magistrado destacou que “é forçoso reconhecer que o decreto impugnado é inconstitucional e merece ser suspenso em liminar. O perigo da demora existe, tendo em vista os prejuízos à população decorrentes da aplicação de um aumento inconstitucional de tributos. Ante o exposto, defiro o pedido de tutela de urgência para suspender todos os efeitos do decreto”, diz o texto.

Esse é a terceira liminar aceita pela Justiça que determina a suspensão do aumento dos tributos sobre combustíveis. As duas anteriores, no Distrito Federal e na Paraíba, foram suspensas depois que a Advocacia-Geral da União (AGU) recorreu das decisões. Entramos em contato com a AGU, mas não obteve resposta sobre um possível novo recurso até a publicação desta reportagem.

Alíquotas

O reajuste nas alíquotas do PIS/Cofins sobre a gasolina, o diesel e o etanol foi determinado por meio de decreto presidencial no dia 20 de julho.  A alíquota subiu de R$ 0,3816 para R$ 0,7925 para o litro da gasolina e de R$ 0,2480 para R$ 0,4615 para o diesel nas refinarias. Para o litro do etanol, a alíquota passoude R$ 0,12 para R$ 0,1309 para o produtor. Para o distribuidor, a alíquota, antes zerada, aumentou para R$ 0,1964.

Por | 04/08/2017|

Piracicaba cresce 33% em 12 anos e cidade passa a ser a 12° mais importante do estado

Foto: Arquivo

Piracicaba subiu da 16ª para a 12ª posição, em 12 anos, no ranking de participação dos municípios no PIB (Produto Interno Bruto) do Estado de São Paulo – um crescimento de 33% (de 0,9% em 2002 para 1,2% em 2014). No período, a riqueza da cidade passou de R$ 4,6 bilhões para R$ 22 bilhões.

Os dados, que integram estudo da Fundação Seade sobre a atividade econômica paulista, foram divulgados no início desta semana e mostram 20 municípios com maior participação no PIB paulista, sendo que Piracicaba está à frente de cidades economicamente importantes: Santos, São Caetano do Sul, São José do Rio Preto, Taubaté, Paulínia, Diadema, Mogi das Cruzes e Bauru. São Paulo, Osasco e Campinas ocupam, respectivamente, as primeira, segunda e terceira posições.

A produção de biocombustíveis em Piracicaba passou da 38ª posição (em 2010) para a 10ª, em 2014. Além disso, a produção de veículos também deu um verdadeiro salto em quatro anos: da 34ª posição (em 2010) para a 3ª, em 2014.

Segundo o estudo da Fundação Seade, “O município de Piracicaba, entre outras empresas, tem plantas de duas importantes multinacionais, uma do ramo automobilístico (Hyundai) e outra de máquinas e equipamentos pesados para a construção civil (Caterpillar). A principal usina do maior produtor global de açúcar e álcool situa-se no município (Raízen), onde é fabricado também etanol de segunda geração (celulósico). O setor educacional tem forte presença, o que serve para atrair novas atividades econômicas de ponta, em que se destaca, em Piracicaba, a Esalq (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz), favorecendo e impulsionando o desenvolvimento agropecuário e agroindustrial. Ao lado do campus universitário, está instalado o Centro de Tecnologia Canavieira, maior instituição de pesquisa em cana-de-açúcar do mundo. Existe, ainda, no município, uma grande unidade fabril de papéis reciclados, que também produz embalagens de papelão ondulado (Klabin).”

De acordo com o prefeito Barjas Negri, o período analisado não pegou o reflexo da crise econômica. “De 2002 a 2014, houve um crescimento bastante expressivo da economia brasileira e sempre que a economia vai bem, Piracicaba segue o ritmo”, disse Barjas. O prefeito afirmou ainda que a vinda da Hyundai e seus fornecedores também ajudou na melhora do PIB estadual. Também contribuiu para o desempenho a consolidação dos distritos Uninorte e Uninoroeste.

Barjas acredita no reaquecimento da economia. “Assim como Piracicaba sente o reflexo da crise, a retomada também começa por aqui, já que somos um polo de fabricação de máquinas e equipamentos”, disse. Ele salientou ainda que as exportações – como por exemplo da Caterpillar e da CJ – contribuíram para a cidade ter melhorado no ranking da participação dos municípios no PIB estadual.

Por | 03/08/2017|

Petrobras sobe o preço do diesel e da gasolina nas refinarias

Foto: Arquivo

Três dias depois de ter reduzido o preço da gasolina e do diesel nas refinarias, a Petrobras anunciou aumento nos preços dos dois produtos. O diesel subiu 2,7% e a gasolina, 1,8%. Os aumentos valem a partir desta terça-feira (4).

A estatal não informou quanto o reajuste nas refinarias poderá impactar no preço final ao consumidor. Isso porque o preço nas bombas depende de outros integrantes da cadeia de combustíveis, como distribuidoras e postos.

Na última sexta-feira (30), a empresa havia anunciado redução de 4,8% no preço do diesel e de 5,9% no da gasolina nas refinarias. A nova política de preços da companhia prevê aumento da frequência de ajustes, que poderão ocorrer diariamente.

Segundo a estatal, a medida “permitirá maior aderência dos preços do mercado doméstico ao mercado internacional no curto prazo e possibilitará à companhia competir de maneira mais ágil e eficiente”.

Por | 04/07/2017|

Petrobras reduz preço do gás GLP para uso industrial e comercial

Foto: Agência Brasil

A Petrobras reduziu os preços de comercialização às distribuidoras do GLP [gás liquefeito de petróleo] destinado aos usos industrial e comercial. A redução média de 5% entra em vigor a partir de amanhã (4). Segundo a companhia, o motivo principal para o reajuste foi a queda das cotações do produto no mercado internacional.

De acordo com a estatal, os preços do GLP destinado ao uso residencial, comercializado pelas distribuidoras em botijões de até 13kg, conhecido como P13 ou gás de cozinha, não foram objeto deste reajuste.

As empresas distribuidoras de GLP foram informadas na tarde de hoje que o preço do GLP industrial (para embalagens acima de 13 quilos) será reduzido a partir de amanhã, dia 4 de julho, nas unidades da Petrobras.

Por meio de nota, o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) disse que, de acordo com as informações recebidas da Petrobras pelas distribuidoras, a queda de preço flutuará entre 4,5% e 5,2%, conforme o polo de suprimento.

O Sindigás considerou positiva a redução do preço para embalagens que atendem o comércio e a indústria, porque aproxima mais o preço interno dos valores praticados no mercado internacional para setores que necessitam de menores custos. “Com a redução de preços a contar a partir de amanhã [4 de julho], o Sindigás calcula que o valor do produto para embalagens acima de 13 quilos ainda permanecerá 38% acima da paridade de importação, ou seja, com margem para novas quedas”, concluiu a nota.

Por | 04/07/2017|

Conta de luz ficará mais cara em julho

Foto: Arquivo

A bandeira tarifária que será aplicada nas contas de energia em julho será amarela, o que significa um acréscimo de R$ 2 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o fator que determinou o acionamento da bandeira amarela foi o aumento do custo de geração de energia elétrica.

O sistema de bandeiras tarifárias foi criado em 2015 como forma de recompor os gastos extras com a utilização de energia de usinas termelétricas, que é mais cara do que a de hidrelétricas. A cor da bandeira é impressa na conta de luz (vermelha, amarela ou verde) e indica o custo da energia em função das condições de geração.

Quando chove menos, por exemplo, os reservatórios das hidrelétricas ficam mais vazios e é preciso acionar mais termelétricas para garantir o suprimento de energia no país. Nesse caso, a bandeira fica amarela ou vermelha, de acordo com o custo de operação das termelétricas acionadas.

Neste ano, as contas de luz já tiveram bandeira vermelha, nos meses de abril e maio, e em junho a bandeira ficou verde. A Aneel já disse que deverá revisar no ano que vem a metodologia que define o acionamento das bandeiras tarifárias, para evitar mudanças bruscas de um mês para o outro.

Segundo a Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o uso consciente da energia elétrica.

Por | 30/06/2017|

Feirão da Casa Própria em Piracicaba termina com R$ 195 milhões em contratos

A Caixa Econômica Federal alcançou R$ 195,2 milhões em negócios no Feirão CAIXA da Casa Própria em Piracicaba (SP). O evento, que terminou neste domingo (25), teve um resultado superior à edição de 2016 (R$180 milhões). Foram fechados ou encaminhados 1.296 contratos no Engenho Central, onde o Feirão aconteceu em parceria com a 8ª Feira Imobiliária Regional, evento com patrocínio exclusivo da CAIXA, que teve mais de 4 mil imóveis em oferta.

Para a superintendente regional da CAIXA, Cecília Helena Bomfim, o Feirão impulsiona a contratação de crédito imobiliário, e sua realização é importante para o aquecimento do mercado e a geração de emprego e renda. “Os resultados obtidos demonstram a força da cidade, a confiança dos consumidores, a importância da CAIXA para o segmento da construção civil, e potencial do mercado da região”, comenta.

Durante o fim de semana, cerca de seis mil visitantes passaram pelo Feirão de Piracicaba. O evento aconteceu também em São Carlos (SP), onde foram movimentados mais de R$62 milhões em negócios, com a presença de 3.500 visitantes.

Na mesma data o evento ocorreu também nas cidades de Brasília (DF), Curitiba (PR) e Fortaleza (CE). Cerca de 14 mil contratos foram fechados ou encaminhados e o volume de negócios superou R$ 2,9 bilhões nas três cidades. O Feirão passou por São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Campinas (SP), Belém (PA), Florianópolis (SC), Porto Alegre (RS), Belo Horizonte (MG), Recife (PE), Salvador (BA), Goiânia (GO) e Uberlândia (MG), de 26 a 28 de maio, e alcançou R$ 10,2 bilhões em negócios no período. Foram mais de 191 mil visitantes nas onze cidades e 51 mil contratos fechados ou encaminhados.

Por | 26/06/2017|

Contas de luz de junho terão bandeira verde, sem acréscimo na tarifa

Foto: Agência Brasil

A bandeira tarifária que será aplicada nas contas de luz no mês de junho será a verde, o que significa que não haverá custo extra para o consumidor. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o retorno da bandeira verde foi possível pelo aumento das chuvas nos reservatórios das hidrelétricas em maio e pela perspectiva de redução do consumo de energia elétrica no país.

A previsão da Aneel era que a bandeira tarifária vermelha patamar 1 continuasse em vigor até o fim do período seco, que vai até novembro.

Como funcionam as bandeiras tarifárias?

O sistema de bandeiras tarifárias foi criado em 2015 como forma de recompor os gastos extras com a utilização de energia de usinas termelétricas, que é mais cara do que a de hidrelétricas. A cor da bandeira é impressa na conta de luz (vermelha, amarela ou verde) e indica o custo da energia em função das condições de geração.

Quando chove menos, por exemplo, os reservatórios das hidrelétricas ficam mais vazios e é preciso acionar mais termelétricas para garantir o suprimento de energia no país. Nesse caso, a bandeira fica amarela ou vermelha, de acordo com o custo de operação das termelétricas acionadas.

Segundo a Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o uso consciente.

Por | 27/05/2017|

Dedini se prepara para atender 70% das Usinas do Nordeste na entressafra

Foto: Divulgação

A equipe do Sistema RGD Nordeste (Reposição Garantida Dedini) está preparada para atender as 12 mil horas trabalhadas/mês que estão sendo projetadas para as usinas de todos os Estados, que entram no período da entressafra e começam agora o processo de manutenção.

“Estima-se que o Nordeste tenha 12% do mercado nacional de usinas de açúcar e álcool e a Dedini é líder no atendimento dessa região, com 70% do mercado de manutenção”, informa Norivaldo Zimmermann, superintendente comercial e industrial de Açúcar e Etanol  da Dedini S/A Indústrias de Base.

A demanda se divide em atender o mercado com peças novas, e trabalhar fortemente em manutenção na entressafra. “Nosso objetivo é oferecer aos clientes um atendimento focado nas necessidades de manutenção, nos tornando provedores de soluções inovadoras, com eficiência, responsabilidade, qualidade, pontualidade, confiabilidade”, destaca Zimmermann.

As funções básicas do Sistema RGD são as de garantir a melhor performance dos equipamentos e componentes fornecidos pela Dedini, proporcionando maior valor agregado e mantendo os equipamentos em pleno funcionamento, pelo maior período de tempo possível, sem paradas e interrupções para manutenção corretiva durante a safra.

No Nordeste, a parte de serviços está sediada em Maceió, que tem estrutura completa de atendimento e a mesma qualidade oferecida pela matriz da empresa, em Piracicaba.

Segundo Zimmermann, o modelo de trabalho do Sistema RGD está baseado em pilares, estabelecidos a partir do estreitamento de laços com o cliente, a começar do conhecimento das carências e demandas pela melhoria de processos e sistemas de produção industrial.

Na sequência, a equipe coloca em prática o atendimento diferenciado na parceria: qualidade, pontualidade de entrega, pós-vendas, soluções de engenharias, rigor no cumprimento dos requisitos de qualidade e fabricação exigidos pelos clientes atendendo todos os equipamentos instalados, nas necessidades de manutenção e melhorias. Além disso, busca incorporar ao equipamento altos índices de performance, que são compensados pelo maior percentual de extração ou melhor produtividade, com grande economia pela diminuição de paradas não planejadas que trazem enorme prejuízo ao processo. Para isso, mantém equipe de apoio de engenheiros e técnicos na unidade de Maceió.

Para dar conta desse amplo mercado de reposição e manutenção, a Dedini conquistou diferenciais como capacitação fabril, engenharia com soluções de tecnologia de ponta e atendimento personalizado durante toda a safra, 24 horas por dia.

Além desses fatores, a empresa dispõe de fundição própria, laboratório de ensaios metalográficos, apoio técnico, laudo de avaliação, o sistema RGD programado, pré-venda, venda e pós-venda, com um banco de dados informatizado, com todos os fornecimentos, históricos de performance e dados técnicos relevantes para atender rapidamente e da melhor forma possível a cada cliente, segundo Adilson Silva, gerente comercial de Açúcar e Etanol.

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MAIOR – A Dedini Indústrias de Base é a maior empresa de bens de capital do Brasil, com área de fabricação de mais de 1.000.000 de m², equipamentos modernos, tecnologia de ponta, fabricando e fornecendo equipamentos que permitem a produção de 80% do etanol produzido no Brasil e 32% do etanol produzido no mundo.

Uma empresa nacional que em seus quase 97 anos conquistou uma posição de liderança tecnológica mundial.

Por | 20/05/2017|
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