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Confira curiosidades.

Na Rússia, mulher ganha indenização após perder virgindade em exame médico

Foto: Arquivo

Após rompimento do hímen durante exame ginecológico, uma mulher de 29 anos, foi indenizada com cerca de R$2.500, em Novosibirsk, na Rússia.

“Senti dor durante o exame e vi sangue na luva da médica. Ela então disse que o meu hímen tinha sido parcialmente rompido”, disse a vítima.

De acordo com o Siberian Times, a jovem é cristã devota e acabou ficando sem o noivo por causa disso.

Por | 06/04/2017|

Tucano é registrado em Águas de São Pedro

Tucano é flagrado por leitora. (Reprodução / Vera Biscalchim)

Tucano é flagrado por leitora. (Reprodução / Vera Biscalchim)

Que Águas de São Pedro é a moradia de vários animais exóticos e silvestres todo mundo sabe. Sorte mesmo é ter a chance de registra – lo. E a leitora Vera Biscalchim teve esta sorte.

Na manhã de hoje, ela teve a chance de registrar um tucano descansando em uma árvore em frente a sua casa, próximo ao Hotel Jerubiaçaba. O animal, que andam em pequenos bandos, deslocam – se de um lado para o outro, voando.

Vale ressaltar que, por ser animal silvestre é necessário possuir uma autorização do Ibama para cria – lo em casa, Para quem descumprir a norma, recebe como pena, de acordo com a lei de numero 9.605/98, detenção de seis meses a um ano, e multa.

Por Tha Meitling

 

Por | 17/11/2016|

Em entrevista, homens casados revelam por que mantêm relacionamentos gays

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

“Namorei cinco anos um amigo da família, que morava perto, mas minha mulher nunca soube”, conta Pedro*, de 50 anos, vendedor de uma multinacional, casado há 25 anos e pai de duas filhas, de 18 e 21 anos. Apesar de se reconhecer como homossexual, ele mantém o casamento para não prejudicar a vida que estabeleceu, inclusive profissional, e por medo de magoar as filhas. “Não sei se conseguiria encará-las.”

Poucos sabem da vida dupla de Pedro. Avesso à exposição e ao mundo gay, ele confessa que é preocupado demais com o “que os outros vão falar”.

Para satisfazer seus desejos, o vendedor teve relacionamentos discretos com outros homens ao longo dos anos. Com o rapaz com quem namorou por cinco anos, que também era noivo de uma mulher na época, Pedro tinha o disfarce perfeito para a família. Os dois trabalhavam no mesmo segmento e viajavam juntos para atender clientes.

Apesar de conseguir acomodar vidas paralelas, Pedro revela o desgaste de ter de mentir. “É cansativo ter dois papéis, porém, no momento, prefiro manter como está”, fala.

A angústia de esconder a orientação sexual da mulher por anos foi o que levou o gerente executivo Fabrício*, 31, a revelar a verdade. Há cinco anos, após dez de casamento, ele contou para ela que é bissexual e que se relacionava sexualmente com homens. “Achava que era um direito dela saber se era isso mesmo que queria para a vida dela.”

Fabrício tinha certeza de que essa revelação custaria o fim do casamento. Porém, ele não suportava mais se esconder. “Para minha surpresa, ela disse que isso não era um empecilho para manter nossa relação”, conta. “Hoje estou extremamente feliz e resolvido com minha mulher, só falta contar para minha filha”, diz o gerente, pai de uma menina de 12 anos.

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DESEJO DE PATERNIDADE E FAMÍLIA – Existem muitos fatores que levam homossexuais a se envolverem em um casamento heterossexual. Alguns experimentam desejos homoafetivos na adolescência, contudo, às vezes, demoram a se perceber como gays.

“Muitos se casam porque se apaixonam por uma mulher e só mais tarde vem a certeza de que são homossexuais, porém já vieram os filhos e eles não querem desmanchar o casamento”, declara a psicóloga Vera Moris, professora e pesquisadora da PUC (Pontifícia Universidade Católica) de São Paulo, coordenadora do Homopater, grupo de apoio e orientação a homens e pais em relacionamentos homoafetivos.

A vontade de ter filhos também impulsiona alguns homens, mesmo sendo gays, a se casarem com mulheres. O modelo heteronormativo aparece na cabeça de muitos como único caminho possível para realizar o sonho de ter uma família.

Depois de casados, os que se sentem infelizes nem sempre terminam a relação por temerem perder o vínculo com a família, por isso acabam optando por uma vida dupla. “Eles sentem medo de fazer mal aos filhos e de serem rejeitados”, diz Vera.

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AUTOACEITAÇÃO E SEPARAÇÃO – Não conseguir encarar a própria bissexualidade foi o que fez com que Fabrício adiasse a conversa com a mulher sobre sua orientação sexual. Apesar de ter tido experiências homossexuais na adolescência, por motivos religiosos, ele não lidava bem com sua sexualidade. “Não estava confortável comigo mesmo, só depois que aceitei minha bissexualidade me senti pronto para dividir com ela”, fala.

Mesmo sem coragem de contar para a mulher sobre sua homossexualidade, Pedro pretende se separar. “Quero morar sozinho, ter mais liberdade, a família que eu queria já tenho. Meu maior erro foi não ter me permitido ter relações sexuais antes do casamento”, diz o vendedor, que se casou virgem.

Segundo Vera, existem homens que levam uma vida dupla por bastante tempo e o processo de separação é lento, entretanto, quase sempre acontece. “A orientação sexual não é uma escolha, não tem como fugir, tem de enfrentar”, afirma.

Por | 04/06/2016|

Como lidar com as perguntas das crianças que geram saias justas?

Todos os pais passarão pela fase dos porquês dos filhos pequenos - Foto: UOL

Todos os pais passarão pela fase dos porquês dos filhos pequenos – Foto: UOL

Não raro, as crianças colocam os adultos em alguma saia-justa. Geralmente, a partir dos quatro anos, elas têm curiosidade sobre muitas coisas, questionam o que não entendem, além de exporem sua opinião sem receio do que os outros vão pensar.

Confira como lidar com dez situações dessa natureza da melhor maneira possível:

Consultoria: Paula Saretta de Andrade e Silva, psicóloga e doutora em educação pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas); Luciana Fevorini, psicóloga e diretora escolar do Colégio Equipe, em São Paulo, e Dannielle Bracioli Silva, psicóloga materno-infantil, de São Paulo.

  • O que é sexo?

    Geralmente, as respostas que a criança procura são mais simples do que os adultos imaginam. Por isso, responda com o máximo de naturalidade possível e evite entrar em detalhes. Na maioria das vezes, ela nem tem condições de compreendê-los. Antes de responder, procure saber o motivo da curiosidade, em que contexto a criança ouviu a palavra. Afinal, ela pode ser usada em diferentes momentos (para indicar sexo feminino e masculino e para se referir à relação sexual). Esse cuidado é importante para verificar se seu filho não foi exposto a alguma situação constrangedora ou ameaçadora. Depois, recorra aos valores familiares para elaborar a resposta. Você pode, por exemplo, optar por responder que sexo é uma coisa que os adultos que se amam fazem quando estão com vontade ou quando querem ter um bebê. Também pode responder que é um tipo de namoro. Se sentir necessidade, procure livros infantis que tratam do assunto.

  • O que é motel?

    Novamente, é importante levar em conta as opiniões familiares a respeito e indagar à criança onde ela ouviu o termo. É possível explicar, por exemplo, que esse é um lugar onde casais vão passear ou que é um local para adultos namorarem. Sempre vale a pena deixar claro o termo adulto para que seu filho cresça sabendo que existem lugares que não podem ser frequentados por crianças em hipótese alguma. Assim, ele aprende, desde cedo, a se proteger de possíveis ameaças ou tentativas de abuso.

  • O que é camisinha?

    Respostas breves costumam atender às expectativas. “É uma proteção que os homens adultos usam” ou “É um plástico que homens adultos usam para proteger o pênis”. Evite relacionar a camisinha à gravidez ou doenças sexualmente transmissíveis para que não surjam mais dúvidas.

  • Aquela mulher cheira muito mal!

    Com educação e discrição, repreenda imediatamente a criança, dizendo que não se deve dizer o que ela falou. Faça isso de forma breve e, em seguida, oriente-a a pedir desculpas à pessoa, que pode ter se sentido ofendida. Acompanhe-a nesse momento para evitar que ela seja mal tratada pelo adulto em questão. Depois, em outro momento, retome com a criança o ocorrido falando sobre como a pessoa pode ter se sentido ao ouvir o comentário. Ensinar a respeitar e a se colocar no lugar do outro significa não só falar o que é certo, mas principalmente moldar o comportamento que você quer que seu filho siga. Mais do que falar, portanto, aja de maneira que sirva de exemplo. Além de tudo isso, é fundamental procurar entender em que contexto a criança se expressou. Às vezes, ela reagiu para se esquivar de algo ou se defender. Nesse caso, busque orientá-la a agir de outra forma quando situações assim acontecerem novamente, chamando-lhe e explicando-lhe o que está ocorrendo, para que você possa cuidar dela e defendê-la.

  • Ele é muito gordo!

    Mais uma vez, é importante reprovar o comentário da criança e orientá-la a pedir desculpas imediatamente. Depois, converse com seu filho sobre a variedade de tipos físicos que existem e que nenhum deles deve ser motivo de comentários engraçados ou maldosos, pois isso é uma forma de discriminação. É importante também falar sobre outras características mais importantes que definem as pessoas, como simpatia e generosidade. Lembre-se de que aprender o respeito, a compaixão, a lealdade, entre outros, não é só um processo cognitivo, ou seja, acontece racionalmente. Então, mostrar às crianças como as pessoas se sentem quando são ofendidas ou discriminadas é um bom modo de conduzir a educação em uma perspectiva moral. Em hipótese alguma demonstre que achou o que seu filho disse engraçadinho, mesmo que a pessoa ofendida dê risada do que aconteceu.

  • Você é muito feia!

    Depois de reprovar o comentário e orientar que a criança se desculpe, a conversa a sós com seu filho tem de fazê-lo compreender que as pessoas são diferentes e que ele pode achar uma pessoa feia, mas outros podem achá-la bonita. Lembre-se também de dizer que antes de fazer comentários assim é importante se colocar no lugar da pessoa para imaginar como ela se sentirá. Considere que, quando pequenas, as crianças ainda estão aprendendo normas sociais, como não falar exatamente o que se pensou para uma pessoa se isso puder ofendê-la. Outra recomendação é buscar saber, na escola, como é o comportamento do filho e da turma de amigos dele, para conferir se lá esse tipo de agressão também ocorre e se a criança está aprendendo a falar esse tipo de coisa com algum colega.

  • Por que existem pessoas que moram na rua?

    É realmente difícil explicar às crianças as origens das desigualdades sociais. Ainda assim, elas não podem ficar sem respostas. Diga que não há um único motivo para pessoas morarem nas ruas, mas que, em geral, se isso acontece, é porque são pobres demais a ponto de não terem condições de pagar por um lugar para morar, estão sem trabalho ou se desentenderam com a família.

  • Papai Noel existe?

    Quanto menor a criança, mais vale a pena responder com outra pergunta: “O que você acha?”. É importante que ela verbalize a própria opinião e chegue a uma conclusão com base nisso. Se depois de falar o que pensa, ela continuar em dúvida, diga que não é preciso ter pressa para concluir se ele existe ou não. No caso de crianças maiores, confira na escola, com o professor da turma, o que os colegas têm dito a respeito. Pode ser que seu filho seja o único a acreditar no personagem. Se for isso, avalie se não é hora de contar a verdade a ele. Se julgar que sim, comece a conversa perguntando o que os colegas da escola têm falado sobre isso e se ele acha que faz sentido. Dependendo das conclusões dele, ajude-o a chegar à realidade.

  • Eu vou morrer?

    Esse tipo de questionamento costuma aparecer quando alguém do círculo de relacionamento da criança morre. Seja breve na explicação, para não causar temores. Explique que sim, um dia, todos vamos morrer, mas geralmente isso acontece quando a pessoa é bem velhinha.

**Reportagem do UOL Comportamento

Por | 31/05/2016|

Quais são as 10 queixas e problemas sexuais que os terapeutas mais ouvem?

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

De longe, a vida sexual de todo mundo parece perfeita, mas ninguém sabe ao certo o que acontece entre os lençóis alheios. Segundo o levantamento patrocinado por uma marca de preservativos, o Durex Global Sex Survey, 56% das mulheres e 51% dos homens brasileiros estão insatisfeitos no sexo. Mas, afinal, quais são os principais problemas e reclamações?

Hoje, na estréia da coluna “Pira Picante”, que pretendemos publicar sempre aos sábados, fomos saber o que anda atrapalhando a satisfação sexual e convidamos quatro terapeutas e especialistas que revelaram as queixas mais frequentes que ouvem em seus consultórios. Veja a seguir:

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  • Falta de desejo

    O problema número um entre as mulheres que buscam o auxílio de um terapeuta costuma ser a ausência ou diminuição do desejo sexual. Ainda prevalece a ideia equivocada de que a excitação acontece apenas de maneira espontânea, mas o desejo deve ser provocado. Quanto mais pensamos em sexo, mais fantasiamos. Quanto mais sexo fazemos, mais desejamos. Apesar de menos comum, a falta de desejo tem crescido entre os homens. Estresse, problemas no relacionamento e o uso de antidepressivos são os maiores inibidores da vontade.

  • Ejaculação precoce

    A ejaculação precoce é a razão que mais leva os homens ao consultório, seguida da disfunção erétil. O problema também consiste no mais prevalente entre os gays que procuram auxílio.

  • Pouco sexo

    Muitos pacientes reclamam da frequência sexual. Na maioria das vezes, são os homens que manifestam desejo de fazer mais sexo do que as mulheres. As alterações hormonais, ciclos biológicos e até a dupla jornada feminina impactam na disposição das mulheres para a atividade sexual. Porém, às vezes, também existe uma expectativa fantasiosa, motivada pela pornografia e falsa ideia de que os outros transam mais. Deve-se ter em mente que a saúde sexual está mais vinculada à qualidade das relações.

  • Mulheres que não chegam lá

    A anorgasmia, ou seja, a incapacidade de chegar ao orgasmo é um problema frequente para as mulheres. No levantamento Durex Global Sex Survey, apenas 22% das entrevistadas disseram alcançar o orgasmo em todas as relações. Essa disfunção pode ter muitas causas, desde dificuldades no relacionamento até um bloqueio na hora de se entregar. O orgasmo requer perda de controle, uma entrega muito grande e produz uma sensação de vulnerabilidade. Falta de estimulação adequada, pouca afetividade e experiências anteriores traumáticas também podem ter relação com a anorgasmia.

  • Monotonia sexual

    Uma queixa geral é da falta do enamoramento e da mesmice sexual, o sexo que acontece sempre do mesmo jeito, sem nenhuma novidade. Não é fácil inovar nas práticas nos relacionamentos de longo prazo e em meio a um cotidiano repleto de compromissos. Porém, o esforço vale a pena.

  • Eles não se sentem desejados

    Outra queixa frequente entre os homens diz respeito ao comportamento das parceiras, sobretudo em relações mais longas. Alguns se sentem pouco desejados e ficam insatisfeitos com a falta de iniciativa para o sexo das namoradas ou mulheres, que assumem uma atitude exclusivamente responsiva. Nos consultórios, os homens costumam dizer que gostariam de perceber mais a atração que provocam em suas parceiras e que esperam por essas demonstrações.

  • Sem sintonia na cama

    Uma boa relação não é garantia de um bom ritmo sexual. Muitos casais se entendem muito bem na vida a dois, porém não possuem o mesmo nível de afinidade na cama. Essa falta de sintonia aparece com frequência nos consultórios. O desenvolvimento sexual, a maneira como cada um lida com as questões envolvendo a sexualidade e a educação recebida contribuem para essa disparidade. Dar-se conta de que não existe o par perfeito é um passo importante para reduzir as expectativas e tolerar melhor as falhas e peculiaridades do outro.

  • Disfunção erétil camuflada

    Dificuldade para ter ou manter a ereção é um dos problemas sexuais que mais acomete os homens. Uma pesquisa encomendada pela Sociedade Brasileira de Urologia ao Ibope, em 2015, mostrou que 59% dos homens de 40 a 69 anos já tiveram alguma falha na ereção. Com a ejaculação precoce, é a razão que mais motiva os homens a procurar ajuda. Contudo, muitos estão adiando sua ida ao consultório. Com o advento dos medicamentos para ereção, menor quantidade de homens, infelizmente, busca o auxílio da terapia sexual para queixas de disfunção erétil. Além de causar dependência psicológica em alguns casos, os remédios podem camuflar outros problemas de saúde e a falta de desejo sexual.

  • Dor na penetração

    Depois da falta de desejo sexual e da dificuldade em chegar o orgasmo, aparece a dor na penetração como uma das queixas mais recorrentes entre as mulheres. Esse sintoma é chamado pelos médicos de dispareunia. Quando persistente, o problema pode estar ligado a diferentes causas de origem física, como inflamações na região pélvica, ou psicológica. Além disso, para evitar a dor durante a penetração, a mulher deve estar completamente preparada para o sexo, daí a importância da dedicação nas preliminares. É uma necessidade fisiológica, já que a região genital feminina é mais espalhada e precisa de mais tempo para que os vasos se irriguem.

  • Sexo para cumprir tabela

    Além de desejar mais sexo oral e anal, o que os terapeutas mais ouvem dos homens é o anseio por parceiras genuinamente dispostas para a atividade sexual. Nos consultórios, os homens também expressam com frequência o desejo de observar a mulher buscando o que é excitante para ela.

Fontes: Lina Wainberg, psicóloga especialista em terapia de casal e coordenadora do Comitê de Sexualidade da Sociedade de Psicologia do Rio Grande do Sul; Ana Canosa, psicóloga, terapeuta sexual e professora do Unisal (Centro Universitário Salesiano; Iracema Teixeira, psicóloga e terapeuta sexual, e Henrique Luz, psiquiatra e coordenador do ATASH (Atendimento Ambulatorial em Sexualidade Humana) do Hospital de Saúde Mental Professor Frota Pinto (CE).

Por | 28/05/2016|

Rosto do interprete do Loro José vaza ao vivo no “Mais Você”

Foto: Reprodução / TV Globo

Foto: Reprodução / TV Globo

No programa desta quarta-feira (18), o “Mais Você” teve um descuido e acabou mostrando sem querer o rosto do intérprete do Louro do rapaz José.

No momento da gafe, Louro interagia com a apresentadora escondido atrás do balcão. “Tô ocupado”, disse ele, quando recebeu a visita de um cachorro.

“Tem visita aqui pro Louro. Aqui atrás. Alguém com câmera na mão vem ver a visita”, pediu Ana Maria, sem parecer se dar conta do risco de revelar por engano o manipulador de seu mascote.

Como não poderia deixar de ser, o rosto do profissional acabou sendo mostrado. Ana Maria interrompeu, sem saber muito bem o que dizer. “Ô, ô, ô, ô…. (risos)”, disse sem jeito.

Por | 18/05/2016|

Ana Paula Padrão leva bronca da direção do “MasterChef”

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

O “MasterChef Brasil” estreou na Band na terça-feira, mas as gravações já começaram há algumas semanas. Mas além dos participantes, que levam bronca dos jurados, Ana Paula Padrão acabou sendo chamada à atenção.

A jornalista, que se envolve diretamente na disputa com os participantes, às vezes se pega dando dicas para alguns deles, mesmo sem querer, e isso é inadmissível no programa. Sua atitude então foi criticada pela produção.

“Vivo levando bronca do diretor por isso. Às vezes, quando percebo, já foi. Sempre ouço: ‘Ana, isso não pode’, mas é muito difícil não se envolver, né?”, comentou Ana Paula em entrevista. O programa entrará em sua terceira edição.

Por | 16/03/2016|

Em apoio à estudantes, jurada do “MasterChef Brasil” cozinha em escola invadida

Foto: UOL

Foto: UOL

Paola Carosella mostrou seu lado mais humano no último domingo. Isso porque a jurada do “MasterChef Brasil” transmitido pela TV Bandeirantes em sinal aberto e por diversos canais a cabo da Discovery Networks no pais e no exterior, foi até uma escola na capital paulista para prestar apoio aos estudantes. Ela aproveitou o encontro para preparar uma refeição.

Foto: UOL

Foto: UOL

Pelo Facebok a chef demostrou sua admiração pela causa. “Uma escola é muito mais do que um centro de ensino, é um espaço de convívio e um núcleo comunitário”, escreveu horas antes de fazer a visita aos estudantes.

A jurada do “MasterChef” também postou a foto em suas redes sociais e recebeu milhares de curtias e comentários.

Foto: UOL

Foto: UOL

A escola escolhida por Paola foi a Fernão Dias Paes, que fica no bairro Pinheiros, zona oeste de São Paulo.

Por | 08/12/2015|

“Já peguei atores e jogadores de futebol” diz Nany People em entrevista

Em entrevista para o ator e estudante de jornalismo, Felipe Gonçalves, a atriz e comediante Nany People (49), declarou que já teve affairs com várias celebridades, entre elas: atores e jogadores de futebol.

“Onde que eu trabalho? Com quem eu convivo? Eu vou pegar quem? Um frentista?!”, destaca a transsexual.

Nany ainda conta que recentemente teve um caso com um jogador “ele comprou a parada comigo na frente do time inteiro” e, que o namoro entre celebridades é inerente ao círculo social em que a pessoa está inserida.

Quase aos 50, na entrevista, a humorista conta sobre a sua experiência na televisão com  Hebe Camargo, participação na Fazenda, sua rotina e planos para 2015.

Assista a entrevista na íntegra em HD:

(10:52 parte sobre casos com famosos)


Por | 04/12/2014|

Traficante algemado foge de viatura da Guarda Civil

Um traficante preso pela Guarda Civil conseguiu fugir algemado ontem (14), de uma viatura estacionada em frente ao 3° Distrito Policial de Piracicaba.

Ele estava dentro do carro aguardando para registrar o boletim de ocorrência quando saiu correndo sendo perseguido pelos guardas que o perdeu de vista.

O homem havia sido preso na rua Professor Mello Aires, no bairro Alemão, por volta das 10h40 após guardas civis que patrulhavam a região com motos o verem entregando algo para um desconhecido. Mais uma vez ele tentou fugir, mas acabou detido dentro de sua casa onde foi apreendido R$ 20 em espécie, uma sacola contendo 73 pinos com cocaína, uma balança e um rolo de papel alumínio.

A Guarda Civil anunciou que vai abrir sindicancia para apurar o caso.

Por | 15/11/2014|
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